RESUMOS APRESENTADOS
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PNa0157 - Painel Efetivo
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 05/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis
Estudo retrospectivo das características epidemiológicas e sociodemográficas da arbovirose dengue em uma região endêmica de São Paulo
Ronald Jefferson Martins, Júlia da Costa Nóbrega, Carolina Enemoto Silva, Priscila Nogueira de Morais Cestaro, Tânia Adas Saliba
Odontologia Infantil e Social UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo do trabalho foi levantar as características epidemiológicas da dengue e os aspectos sociodemográficos dos pacientes diagnosticados em Araçatuba-SP, no período de 2016 a 2020. Os dados foram coletados na Vigilância Epidemiológica do município, onde verificaram-se as variáveis presentes nas notificações compulsórias, como: dados gerais, notificação individual, dados de residência, clínicos e laboratoriais; hospitalização, conclusão, dengue com sinais de alarme e dengue grave. Os dados foram fornecidos em planilha Excel pela autarquia, sem conter nenhum dado que pudesse identificar os pacientes acometidos pela doença, de acordo com a Lei 7658/14; processados por meio do programa Epi Info 7.2 e apresentados em frequências absolutas e porcentuais. No período analisado foram observados 18.407 casos da doença, sendo 1.590 em 2016, 513 em 2017, 551 em 2018, 10.221 em 2019 e 5.532 em 2020. Houve a prevalência do sexo feminino, sendo de 59,43% (2016), 58,67% (2017), 54,99% (2018), 56,22% (2019) e 56,31% (2020). A faixa etária predominante da doença não foi informada e a raça mais acometida foi a branca (46,79%, 60,23%, 60,44%, 41,07% e 42,81%, respectivamente). Quanto a escolaridade dos pacientes afetados, em sua maioria era ignorada ou não informada. Em todos os anos foi possível aferir que a majoritária parte das pessoas com dengue não necessitou de hospitalização, com menor taxa em 2017 (95,32%). No período, a evolução dos casos se deu para cura na quase totalidade dos casos, com maiores índices em 2019 e 2020.
Houve um aumento acentuado no número de casos notificados de dengue no município nos últimos anos, após grande declínio. Observou-se a falta de preenchimento de informações nas fichas de notificação compulsória.
PNa0167 - Painel Efetivo
Área: 9 - Odontogeriatria
Apresentação: 05/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis
Associação entre condições de saúde bucal e mobilidade em idosos
Fabíola Bof de Andrade, Maura Regina Silva da Páscoa Vilela, Yeda Aparecida de Oliveira Duarte, Enrico Antonio Colosimo
FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Avaliar o efeito longitudinal das condições de saúde bucal na mobilidade de idosos não institucionalizados. Realizou-se um estudo longitudinal com dados do estudo Saúde, Bem-estar e Envelhecimento - SABE, São Paulo, nos anos de 2006, 2010 e 2015. A variável resposta foi a limitação na mobilidade definida segundo relatos de dificuldade em realizar as atividades: puxar ou empurrar objetos grandes, levantar ou carregar pesos maiores que 5 kg; subir vários lances de escada; subir um lance de escada; curvar, ajoelhar ou agachar; caminhar vários quarteirões; caminhar um quarteirão. Indivíduos que relataram ser incapazes de realizar as atividades foram considerados com limitações de mobilidade. As limitações foram somadas para criar um escore com pontuação de 0 a 7 (maior limitação). As variáveis de interesse foram as condições de saúde bucal (número de dentes, uso de próteses, impacto funcional da saúde bucal). O efeito longitudinal das condições de saúde bucal no escore de mobilidade foi avaliado por meio do modelo de regressão longitudinal ordinal utilizando o método de equações de estimação generalizadas. Todas as análises foram ajustadas por covariáveis. A partir da análise ajustada, observou-se que indivíduos que relataram um impacto da saúde bucal na funcionalidade tiveram uma maior chance de apresentar uma pontuação maior no escore de limitação na mobilidade do que aqueles que não relataram um impacto. O número de dentes apresentou uma associação negativa com a mobilidade.
O comprometimento dentário foi associado a limitações na mobilidade em idosos não institucionalizados.
(Apoio: CNPq N° 311553/2021-4)