RESUMOS APRESENTADOS
Resultado da busca [Siglas PNf0868 a PNf1039 ]
153 Resumo encontrados. Mostrando de 151 a 153
PNf0987 - Painel Efetivo
Área: 8 - Periodontia
Apresentação: 07/09 - Horário: 13h30 às 17h00 - Sala: Área dos Painéis
Tendência de pesquisa global sobre o uso de Scaffolds em Periodontia꞉ uma análise bibliométrica dos 100 artigos mais citados
Andressa da Silva Barboza, Adriana Poli Castilho Dugaich, Christiane Cabral Leite, Lucas Menezes Dos Anjos, Thais Mageste Duque, Mauricio Malheiros Badaró, Rafael Guerra Lund, Juliana Silva Ribeiro de Andrade
Departamento de Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O
objetivo
dessa
revisão
foi
analisar
as
principais
características
dos
100
artigos mais
citados
sobre
o uso de Scaffolds em
Periodontia.
Foi
utilizada
uma
chave
específica
de
busca
elaborada
com
palavras‑chaves
e
operadores
booleanos
na
base
Web
of
Science
em
abril
de
2024.
Os
artigos
foram
organizados
por
ordem decrescente
de
citações.
O
número
de
citações
foi
comparado
nas
bases
Scopus
e
Google
Scholar.
Dois
pesquisadores
extraíram
os
seguintes
dados꞉
número
e
densidade
de
citações;
ano
e
periódico
de
publicação;
desenho
e
temática
de
estudo;
autoria
e
instituições;
palavras‑chave;
país
e
continente.
Mapas
bibliométricos
foram
gerados
com
o
VOSviewer.
O
número
de
citações
variou
de
56
a
503
(média꞉ 121,4),
sendo
que
55
estudos
tiveram
pelo
menos
100
citações.
Os
artigos
foram
publicados
entre
1994
e
2022,
com
destaque
para
o
ano
de
2019
(11%).
O
periódico
mais
prevalente
foi
o
Acta Biomaterialia
(9%).
Estudos
de
intervenção
foram
os
mais
comuns
(55%).
A
temática
mais
frequente
foi
o
uso
de scaffolds em regeneração tecidual guiada (RTG) (22%).
A
Universidade
de
Michigan
destacou‑se
(9%) e Giannobile WV foi
o
autor
com
mais
artigos
publicados
(8).
Os
países
com
mais
artigos
publicados
foram꞉
China
(29%),
Estados
Unidos
(28%) e
Australia
(8%),
enquanto
o
continente
foi
a
Ásia
(39%).
Os
100
artigos
mais
citados
sobre
scaffolds em Periodontia
foram
publicados
em
sua
maioria
por
autores
asiáticos com
destaque
de
publicações
em
2019,
abordando
principalmente
a aplicação de scaffolds em defeitos
periodontais.
(Apoio: FAPESC N° 2023TR000248)
PNf1006 - Painel Efetivo
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 07/09 - Horário: 13h30 às 17h00 - Sala: Área dos Painéis
Tendência da proporção de exames de carga viral de acompanhamento em Pessoas Vivendo com HIV em Curitiba-PR entre os anos de 2014 e 2022
Juliana Schaia Rocha, Juliane Cardoso Villela Dos Santos, Sérgio Aparecido Ignácio, Renata Iani Werneck, Andrea Tuchtenhagen Wendt
Odontologia PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo visa analisar a tendência da proporção de exames de carga viral em pessoas vivendo com HIV durante a descentralização da assistência em Curitiba (PR), levando em conta a origem de solicitação e o resultado do exame, de 2014 a 2022. Foram utilizados dados do relatório analítico do sistema de controle de exames laboratoriais da rede nacional de contagem de linfócitos CD4+/CD8+ e carga viral do HIV (Siscel) entre os anos de 2014 e 2022. Foram analisadas as variáveis: ano, origem da solicitação do exame (Unidade de Saúde da Atenção Primária à Saúde, Centro de Orientação e Aconselhamento ou hospital), e resultado da carga viral (não detectável: <50; e detectável: >1000 cópias/ml). A taxa percentual de mudança foi calculada com base no logaritmo do beta da regressão de Prais Winsten, após a verificação de erros de observações por meio do teste de hipóteses de Durbin-Watson. A variável dependente foi o exame de carga viral. Observou-se uma tendência de crescimento de 47% (p=0,003) nos exames realizados na Atenção Primária à Saúde (APS) e um decréscimo de 9,5% (p<0,001) no Centro de Orientação e Aconselhamento (COA). Quanto ao monitoramento da carga viral, os exames com resultado indetectável apresentaram uma tendência geral de crescimento de 8,3% (p=0,001), sendo 35,5% (p=0,002) na APS e 7,4% (p=0,005) no COA. A tendência geral dos detectáveis foi de decréscimo de 27,9% (p<0,001), com redução de 38,7% (p=0,001) na APS e 32,5% (p=0,001) no ambulatório.
Houve um aumento substancial nos monitoramentos realizados na APS ao longo dos anos. A redução nos exames com carga viral detectável e o aumento nos indetectáveis indicam melhora no monitoramento e na adesão dos pacientes vivendo com HIV durante o período avaliado.
PNf1008 - Painel Efetivo
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 07/09 - Horário: 13h30 às 17h00 - Sala: Área dos Painéis
Autoestima e cárie dentária não tratada em adolescentes vulneráveis
Gabriela de Figueiredo Meira, Ana Virginia Santana Sampaio Castilho, Marcelo Salmazo Castro, Leonardo Trench, Rharessa Gabrielly Ferreira Mendes, Thiago Machado Ardenghi, Mario Vianna Vettore, Silvia Helena de Carvalho Sales Peres
pós graduação UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Avaliou-se a relação entre autoestima e cárie dentária não tratada em adolescentes. Participaram, 164 adolescentes selecionados de forma aleatória em duplo estágio, entre 15 e 16 anos de idade de áreas de vulnerabilidade social. Os dados foram coletados entre março e abril de 2024, por meio do Google Forms. A autoestima foi avaliada pela Rosenberg Self-Esteem Scale, a condição econômica pela renda familiar, e as demográficas pelo gênero e cor da pele autodeclarada. A cárie dentária não tratada foi avaliada por meio do componente C do CPO-D, a placa dental foi mensurada pelo Índice de Placa dental visível (IPV), O Índice de massa corporal (IMC) foi mensurado pelo peso e altura, dicotomizados pelo escore Z. Mann- whitney, Correlação de Spearman e a Regressão de Poisson foram adotados. Dentre os participantes, 91 (55,5%) meninas, a maioria dos adolescentes se declararam não brancos 90 (54,9%). A média de C foi 1,93±2,58, O 0,68±1,84 e P 0,04±0,28, CPO-D médio foi 2,66±3,16 e média do IPV foi 15,2±8,65. Houve correlação entre a experiência de cárie (rs=-0,135; p<0,08) e a autoestima e com o IPV (rs=0,232; p<0,05) e entre a autoestima e o IPV (rs=-0,141; p<0,05). A renda familiar foi correlacionada com a maior média de dentes cariados (rs= -0,134; p<0,08). Os meninos apresentaram maior média de experiência de cárie 2,14±2,69 (p<0,02). Não houve diferença entre os gêneros para autoestima. Os adolescentes com sobrepeso/obesidade apresentaram menores médias da autoestima (p>0,05). Na multivariada, autoestima, cor da pele e IPV foram relacionados à maior experiencia de cárie (p<0,05).
Conclui-se que adolescentes brancos com a maior autoestima tinham menor prevalência cárie dentária não tratada.
(Apoio: CNPq N° 302002/2022-7 | FAPESP N° 2023/07554-3 | FAPESP N° 022/05123-2)