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 3 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 3


PI0004 - Painel Iniciante
Área: 3 - Cariologia / Tecido Mineralizado

Efeito de diferentes vernizes fluoretados na inibição da progressão de lesões de cárie incipientes
Mainente MP, Campos PH, Corrêa FNP, Diniz MB, Cardoso CAB
Programa de Pós Graduação (ppgo) - UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar in vitro o potencial de diferentes vernizes comerciais na inibição da progressão da desmineralização. Foi realizada análise de microdureza superficial (SMH) inicial em 90 blocos de esmalte de dente bovinos (4x4mm), os quais foram submetidos à indução de lesão de cárie artificial e aleatoriamente distribuídos em 5 grupos de tratamento (n=15): G1: ciclagem de pH - grupo controle; G2: Duraphat®; G3: ClinproTM White Varnish com TCP; G4: MI Varnish com RECALDENTTM (CPP-ACP), G5: Profluorid®. Posteriormente, foram submetidos à ciclagem de pH (desmineralização-2h/remineralização-22h por dia, 8 dias) e, ao final foram avaliadas a SMH e microdureza longitudinal (CSMH), bem como a liberação de íons cálcio e flúor das soluções de ciclagem. Os dados foram analisados estatisticamente pelo teste t de Student e ANOVA/Tukey-Kramer ou Kruskall-Wallis/Dunn para comparações individuais (p˂0,05). Todos os vernizes tiveram capacidade de inibir a progressão da desmineralização superficial (SMH) e subsuperficial (CSMH) significativamente maior em relação ao grupo controle, não diferindo entre si (p>0,05). Quanto à liberação de íons, os vernizes com liberação significativamente maior de flúor foram: Profluorid® e ClinproTM White Varnish; e em relação ao cálcio foram: Duraphat®, ClinproTM White Varnish e Profluorid®.
Conclui-se que todos os vernizes apresentaram bom potencial na inibição da progressão da desmineralização, porém, com diferentes mecanismos de liberação de íons, o que pode modular o processo de des/remineralização.
PI0006 - Painel Iniciante
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Efeito de concentrações de glicose sobre biofilmes de Candida albicans e Streptococcus mutans em dentina bovina
Gomes Filho FN, Brito ACM, Bezerra IM, Borges-Grisi MHS, Brito CSM, Lacerda MC, Oliveira SCFS, Almeida LFD
Prótese e Periodontia - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Analisou-se o efeito in vitro de diferentes concentrações de glicose em biofilmes mistos de C. albicans (ATCC 90028) e S. mutans (UA159). Obtiveram-se espécimes de dentina bovina (n=24), os quais foram esterilizados em óxido etileno e submetidos a formação de película salivar artificial. Os biofilmes mistos foram semeados com BHI a 1% de sacarose, com inóculo padronizado em 106 e 108 UFC/mL para C. albicans e S. mutans, respectivamente. Após 4 horas, o meio de cultura foi removido e inseriu-se TYE suplementado com as seguintes concentrações de glicose: 0; 20; 60 e 100 mM, por 96h. O biofilme foi exposto à sacarose a 10% diariamente, três vezes ao dia, simulando episódios de fartura e miséria. Avaliou-se a viabilidade dos biofilmes (UFC/mL) e concentrações de polissacarídeos extracelulares solúveis e insolúveis (PECs e PECis) (µg/mL). Os dados foram submetidos ao teste de normalidade Shapiro-Wilk e analisados pelo teste Kruskal-Wallis (α=5%). Os valores do UFC/mL para C. albicans variaram entre 9,24 e 9,63; já para S. mutans foram entre 9,47 e 9,60. Os valores de PECs variaram entre 3,22 e 54,99; os de PECis foram entre 2,32 e 20,53. O resultado de UFC/mL para C. albicans (p=0,772) não determinou diferença entre as concentrações, assim como para o biofilme de S. mutans (p=0,879). Em relação aos PECs (p=0,147) e aos PECis (p=0,412), não houve diferença estatisticamente significante entre nenhuma das concentrações.
Concentrações de glicose não desempenham efeito significativo para o desenvolvimento de biofilmes de C. albicans e S. mutans, em substratos de dentina bovina.
(Apoio: CNPq)
PI0009 - Painel Iniciante
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Potencial antibacteriano do extrato da Aristolochia esperanzae Kuntze (Aristolochiaceae) sobre microrganismos bucais
Izumi GK, Botelho-Filho CR, Maranho LT, Ricomini-Filho AP, Vieira JC, Gabardo MCL
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A Aristolochia esperanzae Kuntze (Aristolochiaceae) é uma planta da flora brasileira pouco estudada. O objetivo deste estudo, in vitro, foi avaliar a atividade antibacteriana desta planta sobre os microrganismos bucais Streptococcus mutans, Porphyromonas gingivalis e Enterococcus faecalis. A coleta do material vegetal foi realizada em propriedade privada na região de Curitiba, PR, Brasil. O óleo essencial (OE) e o hidrolato foram obtidos por meio de ciclos no aparelho Clevenger, sendo posteriormente congelados até o momento dos testes de difusão em ágar com bactérias isoladas e concentração inibitória mínima (CIM). Para ambos ocontrole positivo foi realizado com clorexidina 0,12%; para o controle negativo foi usado cloreto de sódio (NaCl) a 0,9%. Os resultados obtidos em ambos os testes para os três grupos de bactérias apresentaram resultados negativos, pois não houve ação comprovada.
A A. esperanzae Kuntze não apresentou efeito antibacteriano quando testada nos microrgasnismos bucais selecionados.