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Resultado da busca [Siglas PI0303 a PI0312 ]
 4 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 4


PI0303 - Painel Iniciante
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Terapia Fotodinâmica associada à quitosana para controle de Streptococcus mutans
Pedroso LLC, Souza CM, Garcia MT, Namba AM, Ward RAC, Gonçalves NMF, Figueiredo-Godoi, LMA, Junqueira JC
Biociências e Diagnóstico Bucal - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do trabalho foi investigar a associação da quitosana com o fotossensibilizador Photodithazine® (PDZ) na Terapia Fotodinâmica (TFD) sobre culturas planctônicas e biofilmes de Streptococcus mutans. Para o estudo em culturas planctônicas, foi adicionada uma suspensão de S. mutans UA 159 (106 células/mL) em placas de 96 poços. Amostras de esmalte de dentes bovinos foram utilizadas como substrato para a formação do biofilme em placas de 24 poços. O tratamento seguiu-se de acordo com os grupos experimentais, recebendo adição de Photodithazine, quitosana ou PBS, seguido pela irradiação ou manutenção em ambiente escuro (controle). Os efeitos dos tratamentos foram analisados por contagem de células viáveis (UFC/mL) e Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV). Para confirmar a penetração do fotossensibilizador nas células de S. mutans foi realizado teste de absorbância. Os dados foram analisados por ANOVA e teste de Tukey. Os resultados demonstraram que a TFD mediada por Photodithazine foi capaz de reduzir a contagem de células viáveis de S. mutans tanto nos testes planctônicos como nos biofilmes. Os efeitos antimicrobianos foram maiores quando à quitosana foi associada à TFD. A redução do número de células viáveis foi confirmada nas imagens de MEV, verificando-se a desestruturação das células e matriz do biofilme. No teste de absorção, observou-se que a quitosana aumentou a capacidade de penetração do Photodithazine nas células de S. mutans.
Concluiu-se que a quitosana apresentou capacidade de potencializar a atividade antimicrobiana da TFD sobre S. mutans.
(Apoio: CAPES)
PI0308 - Painel Iniciante
Área: 3 - Fisiologia / Bioquimica / Farmacologia

Avaliação físico-química e microestrutural do osso alveolar de ratos expostos cronicamente ao cloreto de alumínio
Souza-Monteiro D, Ferreira RO, Eiro-Quirino L, Lima LAO, Balbinot GS, Collares FM, Lima RR
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A exposição ambiental ao alumínio ocorre de diversas formas e não há estudos acerca dos seus efeitos sobre o periodonto. Logo, objetivou-se avaliar os efeitos da exposição ao cloreto de alumínio (AlCl3) sobre o osso alveolar de ratos expostos por tempo prolongado em baixas doses, simulando a exposição humana. Para tanto, 16 animais foram divididos em dois grupos: um exposto, cujo, recebeu 8.3 mg/kg/dia de AlCl3 durante 60 dias através de gavagem, e um grupo controle que recebeu apenas água destilada pelo mesmo método. Após o período de exposição, as mandíbulas foram coletadas, e uma hemimandíbula (HM) seguiu para avaliação do conteúdo mineral através da Espectroscopia no Infravermelho por Transformada de Fourier e Espectroscopia Raman, onde se avaliou através da frequência vibracional molecular, a intensidade dos níveis de componentes do osso alveolar, como o fosfato e o carbonato. A outra HM seguiu para análise microtomográfica, avaliando-se parâmetros trabeculares do primeiro molar inferior, assim como a perda óssea alveolar (POA). Os dados foram analisados estatisticamente pelo teste t-student (p<0.05). O AlCl3 promoveu mudanças na composição mineral ao diminuir os níveis de fosfato (p=0.04). Além disso, ocasionou mudanças no número (p=0.02) e espessura (p=0.04) trabecular e aumentou a POA (p<0.01).
Conclui-se que a exposição ao AlCl3 foi capaz de promover diminuição da intensidade de componentes minerais do osso alveolar, com possível associação à alterações na microarquitetura óssea e consequente perda óssea alveolar.
(Apoio: CAPES  N° 001)
PI0311 - Painel Iniciante
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Método de aprendizagem baseada em equipes no ensino da biossegurança odontológica: o que pensam os discentes?
Arreguy IMS, Silva LAS, Oliveira AKC, Matos EMO, Carvalho EJA, Souza FB
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A aprendizagem baseada em equipes (ABE) representa uma metodologia ativa, colaborativa, de uso promissor na área da saúde. Objetivou-se avaliar a percepção de estudantes do curso de Odontologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) sobre a metodologia ABE. A amostra foi constituída por alunos da disciplina de Biossegurança e Ergonomia 2, matriculados entre 2015 e 2019 (n=514). O instrumento de coleta de dados foi o TBL-SAI, que é uma ferramenta de avaliação, construída para analisar as percepções dos discentes sobre a ABE. O questionário era composto por 33 perguntas, cujas respostas estavam na escala Likert, distribuídas em três eixos: responsabilidade (R); preferência por palestra ou ABE (P); satisfação do estudante (S). Os dados sofreram tratamento estatístico descritivo e inferencial para um nível de significância de 5%. As médias dos pontos obtidos em cada eixo mostraram uma percepção favorável em relação a ABE (R = 30,13; P = 53,46; S = 33,68), uma vez que se aproximaram do valor referencial neutro (R = 30; P = 55; S = 35). As turmas noturnas se sentiram mais responsáveis com a aplicação da ABE (teste de Mann Whitney, p=0,016). Para 80,1% dos alunos, um melhor desempenho nas provas ocorria quando era utilizado o método ABE. Além disso, consideraram que a ABE representou uma abordagem efetiva para se aprender (93%).
Os discentes avaliaram positivamente a aplicação ao método ABE no ensino da biossegurança odontológica, demostrando maior responsabilidade, satisfação e preferência quando comparado à metodologia tradicional de aprendizagem.
PI0312 - Painel Iniciante
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Influência de Photodithazine, Azul de Metileno e quitosana na Terapia Fotodinâmica em biofilmes microcosmos orais
Ward RAC, Souza CM, Garcia MT, Namba AM, Pedroso LLC, Gonçalves NMF, Santos ELS, Junqueira JC
Odontologia Restauradora - INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse trabalho foi investigar a associação da quitosana com os fotossensibilizadores Photodithazine® (PDZ) e Azul de Metileno (AM) na Terapia Fotodinâmica (TFD) sobre biofilmes microcosmos orais provenientes de saliva humana. Os biofilmes foram formados sobre amostras de esmalte de dentes bovinos, em placas de 24 poços, por 120h em 5% de CO2. O tratamento dos biofilmes foi realizado de acordo com os grupos experimentais: adição de Photodithazine®, Azul de Metileno, quitosana ou PBS, seguido pela irradiação ou pela manutenção em ambiente escuro (controle). Os efeitos dos tratamentos sobre os biofilmes foram analisados por meio da contagem de células viáveis de micro-organismos totais em ágar Infusão Cérebro Coração (BHI) e estreptococos do grupo mutans em ágar Mitis Salivarius Bacitracina Sacarose (MSBS) incubadas por 48h a 37°C (5% de CO2). Os dados foram analisados por ANOVA e teste de Tukey com nível de significância de 5%. Os resultados demonstraram que a TFD mediada por ambos os fotossensibilizadores foi capaz de reduzir a contagem de células viáveis de micro-organismos totais e estreptococos do grupo mutans em biofilmes microcosmos orais. Os efeitos antimicrobianos foram ainda maiores quando à quitosana foi associada ao tratamento. A TFD mediada por Photodithazine e quitosana apresentou maior eficácia em relação à TFD com Azul de Metileno e quitosana.
Concluiu-se que a quitosana apresentou capacidade de potencializar a atividade antimicrobiana da TFD mediada por Photodithazine® e Azul de Metileno sobre biofilmes microcosmos orais.
(Apoio: CAPES)