Efeitos adjuvantes de B. animalis subps. lactis HN019 no tratamento da gengivite generalizada: estudo clínico controlado e aleatorizado
Levi YLAS, Silva PHF, Salvador SLS, Taba-Junior M, Ab N, Palioto DB, Messora MR, Furlaneto FAC
Periodontia - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Os efeitos de probióticos Bifidobacterium animalis subsp. lactis HN019 (B. lactis HN019) no tratamento da gengivite ainda não foram investigados. Este estudo clínico aleatorizado placebo-controlado avaliou o efeito adjuvante da terapia probiótica com B. lactis HN019 no tratamento de pacientes com gengivite generalizada. 53 indivíduos receberam instrução de higiene oral e foram tratados com profilaxia e/ou raspagem supragengival no baseline. Pastilhas contendo 109 unidades formadoras de colônias de B. lactis HN019 (Grupo Teste; n= 25) ou pastilhas placebo (Grupo Controle; n=28) foram consumidas 2 vezes ao dia durante 8 semanas, a partir do baseline. Parâmetros clínicos foram analisados no baseline e após 2 e 8 semanas, sendo eles: índice de placa (IP), sangramento à sondagem (SS) e índice gengival (IG). Após 8 semanas, ambos os grupos apresentaram redução no percentual de IP, sem diferença estatística significativa inter-grupos. O Grupo Teste apresentou menor percentual de SS e maior de sítios com IG≤1 quando comparado com o Grupo Controle (p<0,05) no final do estudo. Com 8 semanas, o Grupo Teste apresentou maior percentual de pacientes sem gengivite generalizada do que o Grupo Controle (80% e 39,29%, respectivamente; p<0,05). Dessa forma, conclui-se que uso adjunto do probiótico B. lactis HN019 promoveu benefícios clínicos adicionais ao debridamento mecânico na redução da inflamação gengival em pacientes com gengivite generalizada. (Apoio: CAPES)PN1239 - Painel Aspirante
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8 - Periodontia
Eficácia do planejamento digital e da técnica dupla guiada para aumento de coroa estético: Estudo clínico, controlado e randomizado
Carrera TMI, Freire AEN, Nicolau SR, Oliveira GJPL, Pichotano EC, Ribeiro-Júnior NV, Pires LC, Pigossi SC
Periodontia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O planejamento digital (PD) e a técnica dupla guiada (TDG) têm sido propostos para aumentar a previsibilidade do aumento de coroa clínico estético (ACCE) Nessa técnica, uma análise dos aspectos faciais e dentários do paciente é realizada e transferida para um enceramento digital (ED). O ED é utilizado para criar uma guia dupla que irá determinar a posição final da MG e da crista óssea (CO) no ACCE. O presente estudo comparou a utilização da TDG no ACCE com a técnica convencional (TC) em relação à previsibilidade do posicionamento da margem gengival (MG). Vinte pacientes que apresentavam desalinhamento da MG na região anterior da maxila foram selecionados e divididos em dois grupos. No grupo controle (C; n=12) os pacientes foram submetidos a TC planejada através da sondagem transgengival; no grupo teste (T; n=8) os pacientes foram submetidos ao ACCE utilizando o PD e a TDG. Os parâmetros clínicos periodontais incluindo profundidade de sondagem (PS), nível de inserção clínica (NI), altura da coroa clínica (ACc), altura da coroa anatômica e a distância de junção cemento esmalte até a CO foram avaliados no início do estudo (T0), no pós operatório imediato (T1) e 30 dias após o procedimento (T2). A média da ACc para o grupo C foi de 8.09 ± 0.77 mm e para o grupo T de 7.98±0.77mm no T0 com aumento estatisticamente significativo no T1 (9.92 ± 0.62mm versus 9.78 ± 0.51mm) que permaneceu no T2 (9.48 ±0.63mm versus 9.75 ± 0.76 mm). Estabilidade nos parâmetros de PS e NI no T2 foram observados para ambos os grupos. A TDG foi tão efetiva quanto a técnica convencional na execução do ACCE.PN1243 - Painel Aspirante
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8 - Periodontia
Fumo altera o transcriptoma microbiano em pacientes jovens com Periodontite Grau C
Bonilha GM, Silva RVC, Rangel TP, Nociti-Júnior FH, Ruiz KGS, Sallum AW, Casarin RCV
Prótese e Periodontia - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O uso do cigarro pode agravar a progressão das doenças periodontais. Entretanto, em pacientes jovens com Periodontite Grauc C, pouco se sabe sobre o impacto do fumo no biofilme. Assim, o presente estudo comparou o transcriptoma do biofilme subgengival de bolsas profundas de indivíduos jovens com periodontite grau C (previamente nominada de periodontite agressiva) fumantes e não fumantes. Foi coletado biofilme de bolsas profundas (PS>7mm) com sangramento a sondagem. Deste, foi extraído o RNA e o mesmo sequenciado na plataforma Illumina Hiseq. O perfil de genes diferencialmente expressos foi avaliado por ferramentas de bioinformática e os genes alvos avaliados por PCR-real time em 15 amostras por grupo. O nível de significância foi de 5%. O RNAseq das amostras mostrou um número de 196 genes para o grupo de fumantes e 127 genes para os não fumantes. O biofilme subgengival de pacientes fumantes mostrou diversas vias diferencialmente expressas quando comparado a pacientes não fumantes (p<0.05). Dentre os genes super-expressos nos indivíduos PerioC+Fum, pode-se destacar HSV1 RNA binding protein, keratocan, MSF transporter/ DHA1 family/multidrug resistence protein, protein disulfide-isomerase A1, genes importantes para maior virulência do biofilme. Pode-se concluir que, o biofilme de pacientes fumantes apresenta diferenças significativas no padrão de expressão gênica, indicando uma atividade microbiana alterada.PN1244 - Painel Aspirante
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8 - Periodontia
Terapia de suporte em periodontite agressiva: composição taxonômica e funcional do biofilme após 2-10 anos de acompanhamento
Stolf CS, Casarin RCV, Nociti-Júnior FH, Casati MZ, Ruiz KGS, Monteiro MF
Prótese e Periodontia - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O tratamento periodontal de pacientes com periodontite agressiva (AgP), atualmente periodontite grau C afetando adultos jovens, é desafiador e muitas vezes acompanhado de pouca resposta clínica e sítios residuais associados a manutenção de uma microbiota mais patogênica. O objetivo desse trabalho foi avaliar o efeito do tratamento periodontal e da terapia periodontal de suporte (TPS) na AgP. 10 pacientes com AgP (tratados com debridamento subgengival associado a antibiótico sistêmico e em TPS entre 2 e 10 anos) e 15 pacientes periodontalmente saudáveis (S) foram selecionados para o estudo. Parâmetros clínicos foram avaliados e o biofilme subgengival foi coletado nos grupos S e AgP pré- (B) e pós-tratamento (T). O DNA bacteriano foi extraído e a região V1-3 do 16S rRNA foi sequenciada pela plataforma MiSeq. Ferramentas de bioinformática foram utilizadas para análise taxonômica e a ferramenta PICRUSt2 para predizer o conteúdo metagenômico do biofilme. Houve melhora clínica após o tratamento periodontal e TPS (p<0.05). Taxonomicamente, observou-se diferença na diversidade beta entre S e AgP (p<0.05). Apesar de alteração na abundância de algumas espécies, não ocorreu a mudança da diversidade entre B e T (p>0.05). Houve maior expressão de genes associados à virulência e resistência antimicrobiana no biofilme no grupo AgP, sendo alguns genes perpetuados após o tratamento e TPS (p>0.05). Conclui-se que mesmo após melhora clínica, AgP mantém características taxonômicas e funcionais próprias e perpétuas no biofilme que podem estar associadas à sua etiopatogênese.PN1246 - Painel Aspirante
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8 - Periodontia
Impacto da terapia com Bifidobacterium animalis subsp. lactis HN019 na periodontite experimental em ratas prenhes
Nobre AVV, Silva PHF, Mata KM, Oliezer RS, Messora MR, Gerlach RF, Santos JET, Salvador SLS
Odontologia - CENTRO UNIVERSITÁRIO CHRISTUS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O presente estudo teve como objetivo avaliar a influência da periodontite nas intercorrências gestacionais, e se a administração do probiótico (PROB) Bifidobacterium animalis subsp. lactis HN019 (B. lactis HN019), reduz os possíveis efeitos da doença periodontal (DP) induzida em ratas prenhes. 48 ratas fêmeas Sprague-Dawley foram alocadas em 4 grupos experimentais: Controle (C), composto por ratas prenhes sem DP e sem PROB; PROB, ratas prenhes sem DP, que receberam o probiótico B. lactis HN019 ao longo do estudo; DP, ratas prenhes com periodontite experimental induzida pela colocação de ligadura de fio de seda ao redor dos primeiros molares inferiores e gavagem oral de Porphyromonas gingivalis W83 por 14 dias; e DPxPROB, ratas prenhes com periodontite, que receberam PROB previamente e durante o período experimental. Após período de aclimatação, as ratas foram induzidas ao acasalamento e ao 4º dia gestacional, as ratas DP e DPxPROB receberam a indução de DP. Todos os animais foram submetidos à eutanásia no 19º dia gestacional, e coletado o material biológico para análise. Os dados foram analisados estatisticamente (p<0,05). As ratas do grupo DP mostraram maior perda óssea alveolar avaliada por microtomografia computadorizada, baixo peso corporal, menor quantidade de fetos por animal, baixo peso fetal e aumento significativo das taxas de proteinúria e creatinina na urina, quando comparadas às ratas do grupo DPxPROB. Podemos concluir que a DP acarretou malefícios à prenhez, e que administração do probiótico B. lactis HN019 reduziu esses efeitos negativos. (Apoio: CAPES)PN1247 - Painel Aspirante
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8 - Periodontia
Queijo prato probiótico promove efeito protetor nos tecidos periodontais de ratos durante o desenvolvimento de periodontite experimental
Hernandes ACP, Silva PHF, Rocha RS, Cruz AG, Ervolino E, Furlaneto FAC, Messora MR, Nagata MJH
Dctbmf - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo avaliou os efeitos da ingestão de um alimento funcional, queijo prato probiótico (Lactobacillus casei-01; 1010 UFC), no desenvolvimento da periodontite experimental (PE). 44 ratos machos Wistar foram alocados em 4 grupos: C - sem indução de PE e alimentados com queijo convencional (CONV) + ração convencional (RC); PROB - sem indução de PE e alimentados com queijo probiótico (PROB) + RC; PE - com indução de PE e alimentados com CONV + RC; PE-PROB - com indução de PE e alimentados com PROB + RC. A partir do dia 0, os queijos CONV ou PROB foram administrados (10 g queijo/rato/dia) durante 42 dias. No dia 28, a PE foi induzida nos 1os molares inferiores dos animais dos grupos PE e PE-PROB. No dia 42, todos os animais foram submetidos à eutanásia. Foram realizadas análises histomorfométrica [porcentagem de osso na furca (POF)] e imunoistoquímica [fator de necrose tumoral-α (TNF-α), interleucina (IL)-1β, IL-10, fator de crescimento transformador β1 (TGFβ1) e fosfatase ácida resistente ao tartarato (TRAP)] na região de furca. O grupo PE apresentou POF significativamente menor que os grupos C e PROB (73% ± 4,5; 80% ± 2,4 e 81% ± 2,6 e respectivamente), enquanto o grupo PE-PROB não apresentou diferença significativa em relação a nenhum grupo (76% ± 4,6). Os grupos PE e PE-PROB apresentaram maior expressão de TNF-α, IL-1β e TRAP que os grupos C e PROB. O grupo PE-PROB apresentou maior expressão de TGFβ1 e IL-10 que o grupo PE. O queijo probiótico parece ter efeito protetor nos tecidos periodontais durante o desenvolvimento da PE, promovendo a expressão de mediadores anti-inflamatórios.PN1248 - Painel Aspirante
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8 - Periodontia
Comparação da expressão gênica microbiana em periodontite agressiva e crônica
Paz HES, Rangel TP, Ricomini-Filho AP, Monteiro MF, Sallum EA, Nociti-Júnior FH, Casati MZ, Casarin RCV
FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Apesar das diferenças clínicas, epidemiológicas, microbiológicas, genéticas e na resposta ao tratamento entre a periodontite crônica (atual Grau AB) e agressiva (atual Grau C), ainda não se tem evidências relevantes capazes de identificar e classificá-las como categorias distintas de doença. Assim, o estudo avaliou se há diferença no perfil transcriptômico bacteriano em pacientes com periodontite crônica (Grupo PC) e periodontite agressiva (Grupo PAG). O biofilme subgengival de 6 sítios/pct foi coletado em ambos os grupos. O RNA foi extraído, tratado e sequenciado (RNAseq, Illumina HiSeq n=3/grp) e os genes alvo validados por PCR real time (n=15). Foi realizada a análise de bioinformática e estatística (p<0.05). A análise dos transcritos mostrou diferenças significativas nos mecanismos de virulência bacteriana em ambas as condições, sendo que o biofilme do grupo PC apresentou maior expressão de bacterioferritin B, levansucrase e protease I enquanto grupo PAG maior expressão de genes relacionado a mobilização de flagelos, resistência a beta lactamase e produção de LPS. Pode-se concluir que a periodontite agressiva apresenta diferenças significativas no perfil de expressão gênica bacteriano quando comparado a periodontite crônica.PN1249 - Painel Aspirante
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8 - Periodontia
Avaliação do tratamento odontológico associado a fotobiomodulação no paciente de câncer de cabeça e pescoço
Oliveira RDN, Andrade RRL, Krebs RL, Fischer RG
Periodontia - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
A mucosite oral (MO) é um processo inflamatório, e uma das complicações agudas mais comuns, com grande morbidade, decorrente do tratamento radioterápico. Alguns fatores colaboram para a piora do quadro, tais como a doença periodontal. A fotobiomodulação (FBM) é uma importante alternativa na prevenção e tratamento da MO, associada a um tratamento odontológico rígido. Este trabalho objetivou avaliar o efeito do tratamento odontológico prévio a radioterapia e a utilização da FBM na prevenção/severidade da MO do paciente submetido a radioterapia de cabeça e pescoço. Para isso, 50 pacientes foram divididos em três grupos, grupo 1 e 2 com tratamento odontológico e grupo 3 sem rotina de tratamento odontológico. Os 3 grupos receberam a FBM diária, sendo para os grupos 1 e 3 dose de fluência de 1J por ponto, e para o 2 0,24J por ponto. As avaliações foram realizadas no baseline, 15º, 25º e 35º dia da radioterapia e 35 dias após término da radioterapia. Analisou-se parâmetros periodontais, CPOD, sialometria, grau de severidade da MO, severidade da dor e biomarcadores coletados da saliva em três momentos. Como resultado, os grupos 1 e 2, onde associou-se o protocolo odontológico com a FBM mostrou uma redução na gravidade da MO, de todos os parâmetros periodontais e de algumas citocinas pró-inflamatórias. No grupo 1 houve um aumento dos fatores de crescimento e de citocinas anti-inflamatórias. Conclui-se, portanto, que a FBM associada a um protocolo de intervenção odontológica que incluiu o tratamento periodontal adequado, atenuou o processo inflamatório e a severidade da MO. (Apoio: FAPERJ)PN1260 - Painel Aspirante
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10 - Implantodontia básica e biomateriais
Osteoblastos humanos expressam proteínas de adesão quando cultivados sobre discos de aço inoxidável
Oliveira TL, Chemelo GP, Dias AM, Albuquerque FR, Kataoka MSS, Pinheiro JJV, Pereira-Neto ARL, Alves-Junior SM
Laboratório de Cultivo Celular - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O processo de osseointegração, que consiste em uma conexão estrutural e funcional direta entre o osso e o biomaterial implantado, tem sido estudado cada vez mais como fator determinante para a longevidade do tratamento reabilitador. Para que ocorra uma boa osseointegração, é necessária a adesão das células à superfície do implante. A adesão celular consiste no estabelecimento de ligações cruzadas entre o ambiente externo, a membrana plasmática e o citoesqueleto de actina. Os implantes e seus componentes protéticos são comumente fabricados em titânio comercialmente puro (TiCP), pois apresenta excelente biocompatibilidade com a região periimplantar e suas estruturas adjacentes. Um novo material tem sido proposto para a confecção desses componentes, o aço inoxidável (ASTM F-138), no entanto, pouco se conhece sobre a adesão celular e consequentemente sobre a osseointegração em componentes derivados dessa liga metálica. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho foi avaliar a expressão de proteínas de adesão (vinculina, paxilina e fibronectina) em osteoblastos humanos cultivados sobre discos de ASTM F-138 e TiCP (controle). Para verificar a expressão das proteínas de interesse, empregou-se a técnica de imunofluorescência indireta. Os resultados mostraram que houve imunoexpressão das proteínas estudadas nas células cultivadas em ambos os discos. Assim, pode-se sugerir que a expressão dessas proteínas aponta para uma possível adesão entre osteoblastos humanos e os discos de ASTM F-138, sendo uma premissa para o início da osseointegração.PN1262 - Painel Aspirante
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10 - Implantodontia - clínica protética
Probabilidade de sobrevivência e distribuição de tensão em implantes de diâmetro reduzido com diferentes conicidades internas
Freitas MIM, Gomes RS, Ruggiero MM, Bergamo E, Bonfante EA, Machado RMM, Cury AAB
Prótese e Periodontia - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O aumento da interface cônica (IC) e diâmetro interno (DI) de implantes de diâmetros reduzidos (IDR) pode gerar problemas relacionados à fadiga mecânica, deformações e fraturas, devido a parede cervical mais fina dos implantes que apresentam maiores IC e DI. Este estudo avaliou a probabilidade de sobrevivência, distribuição de tensão e modos de falha de IDR cone morse com sistemas abutment-implante compostos por diferentes graus de conicidades internas. Para realização do teste de fadiga acelerada progressiva em água (SSALT), foi utilizado 42 IDR (Ø 3,5 x 8 mm) divididos em dois grupos de acordo com a IC e DI (n = 21 / grupo): (i) IC 11,5° (DI: 2,5 mm) e (ii) IC 16° (DI: 2,72 mm). Em seguida, a curva de probabilidade de Weibull e a confiabilidade foram calculadas para uma missão de 50.000 ciclos em 50, 100 e 150 N. Após o teste SSALT, o modo de falha dos espécimes fraturados foram avaliados utilizando a microscopia eletrônica de varredura. Para análise de elementos finitos (AEF) uma carga de 49 N foi aplicada 30° fora do eixo na borda incisal da coroa e o estresse de von-Mises (σvM) foi calculado para o implante e abutment. Ambos os grupos apresentaram alta confiabilidade em todas as cargas (até 97%). Na AEF, o grupo IC 11,5° apresentou σvM mais alto para o abutment (39,3% maior) e implante (75,9% maior) quando comparado ao grupo IC 16°. Conclui-se que todos os IDR testados são seguros para uso clínico para substituição de dentes anteriores e os sistemas de implantes com IC 16° apresentaram σvM mais baixos para o abutment e implante quando comparados com implantes de IC 11,5°. (Apoio: CAPES N° 001 | FAPs - FAPESP N° #2012/19078-7 | FAPs - FAPESP N° #2019/08693-1)