03 a 06 de Setembro de 2025 | São Paulo / SP

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Resumos Aprovados 2025

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PN-R0503 - Painel Iniciante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 01/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 12

Membranas Eletrofiadas de Biopolímeros Bioabsorvíveis Aplicadas à Regeneração Óssea Guiada em Odontologia
Daniela Cunha Coelho, Daiane Vitoria Duarte Quandt Vidotto, Jessica Thaís Sabel Morais, Michele Cristina Formolo Garcia, Márcia Adriana Tomaz Santana, Thais Vilalba Paniagua Machado do Nascimento, Allan Abuabara, Flares Baratto Filho
ODONTOLOGIA UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Com a prevalência do edentulismo, a implantodontia tornou-se uma solução eficaz para reabilitar ausências dentais. Em casos de deficiência óssea, a engenharia de tecidos com o uso de biomateriais, como membranas biocompatíveis, desempenha papel fundamental nesse processo. Entre essas inovações, destacam-se as membranas eletrofiadas, cuja estrutura nanofibrilar, obtida pela técnica de eletrofiação, permite a construção de materiais com características e desempenho biológico otimizáveis por ajustes microestruturais. Neste contexto, este trabalho avaliou a morfologia de membranas produzidas por eletrofiação a partir dos biopolímeros poli(L-co-D,L-ácido lático) (PLDLA) e policaprolactona (PCL), visando sua aplicação como membrana de barreira no tratamento de regeneração óssea guiada (ROG). A caracterização morfológica foi realizada por microscopia eletrônica de varredura (MEV) (JEOL, JCM-7000), evidenciando micro e nanofibrilas organizadas de forma aleatória, formando uma estrutura porosa e interconectada. Observou-se que o tipo de biomaterial influenciou a morfologia: o PLDLA apresentou fibrilas rugosas, enquanto o PCL mostrou fibrilas altamente porosas.

Essas características favorecem a migração celular, ancoragem, proliferação, nutrição, transporte de resíduos e regeneração de tecidos. Ademais, a alta porosidade do PCL reduziu sua hidrofobicidade, promovendo melhor integração com tecidos e fluidos corpóreos. Assim, os resultados mostram-se promissores para uso odontológico.

(Apoio: CNPq)



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