03 a 06 de Setembro de 2025 | São Paulo / SP

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Resumos Aprovados 2025

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 2791 Resumo encontrados. Mostrando de 371 a 380


PN-R0478 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 01/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 11

AVALIAÇÃO DO PERFIL MICROBIOLÓGICO DO BIOFILME DE CRIANÇAS COM SÍNDROME CONGÊNITA DO ZIKA VÍRUS
Alanna Barros de Arruda, Patrick Pereira Garcia, Vinícius da Silva Teixeira, Susilena Arouche Costa, Lorena Lúcia Costa Ladeira, Cyrene Piazera Silva Costa, João Gabriel Silva Souza, Bárbara Emanoele Costa-oliveira
POS GRADUAÇÃO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar o perfil microbiológico do biofilme de crianças com Síndrome Congênita do Zika Vírus (SCZ). Trata-se de um estudo epidemiológico transversal, realizado em São Luís-MA (Brasil), aprovado pelo comitê de ética local e conduzido conforme as diretrizes do STROBE. Participaram do estudo crianças com e sem SCZ (n=20/grupo). As amostras foram coletadas em um centro de referência para atendimento de crianças com SCZ e em uma Universidade particular de São Luís-MA. Foram avaliados o índice de cárie (ICDAS), Índice de Placa Visível (IPV), Índice de Sangramento Gengival (ISG) e dados sobre consumo diário de açúcar conforme a recomendação da American Heart Association (AHA). A composição microbiana do biofilme foi analisada por meio da técnica DNA-DNA checkerboard (α=5%). Observou-se menor prevalência de cárie em crianças com SCZ (p=0,05), enquanto o índice de placa visível não apresentou diferença entre os grupos. O sangramento gengival (ISG≥15%) foi significativamente maior no grupo com SCZ, e a contagem de bactérias periodonto-patogênicas foi mais elevada nesses pacientes (p<0,0001).

Conclui-se que crianças com SCZ apresentaram menor prevalência de cárie, maior ISG e biofilme mais virulento em comparação com aquelas sem a síndrome.

(Apoio: CAPES  N° 001)
PN-R0479 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 01/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 11

Diagnóstico da inclinação do incisivo inferior em pacientes Classe II com e sem a telerradiografia
Amanda Collaziol Lara, Carolina Jung Ferreira, Sérgio Estelita Cavalcante Barros, Kelly Chiqueto
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A inclinação dos incisivos inferiores deve ser avaliada especialmente em pacientes Classe II para uma tomada de decisão mais adequada quanto ao plano de tratamento. A proposta deste trabalho foi avaliar a inclinação do incisivo inferior em pacientes Classe II por meio da documentação ortodôntica com e sem a telerradiografia lateral. As documentações digitais de 4 pacientes Classe II foram avaliadas por 126 ortodontistas sem a telerradiografia lateral e por 97 ortodontistas com a telerradiografia. Dois pacientes apresentavam a Classe II dentária e dois pacientes possuíam a Classe II esquelética. Por meio de um questionário eletrônico, os examinadores deveriam classificar a inclinação dos incisivos inferiores em lingualizados, bem posicionados ou vestibularizados. Foram avaliados os percentuais de acerto do diagnóstico e realizado o teste de Qui-quadrado. Houve maior percentual de acerto nos diagnósticos realizados com a telerradiografia quando comparado sem a telerradiografia. O maior percentual de acerto da inclinação do incisivo inferior foi na Classe II esquelética com padrão de crescimento mais vertical (82%). O menor percentual de acerto foi na Classe II esquelética com padrão horizontal (27%).

O diagnóstico da inclinação do incisivo inferior é mais acurado em pacientes com hiperdivergência facial, mesmo sem telerradiografia. Porém, nos casos de crescimento horizontal, existe uma dificuldade de se definir a inclinação dos incisivos. Nesses casos, é inexpressivo tentar fazer um diagnóstico sem a telerradiografia, pois pode incorrer em erro. Isso ressalta a importância de se ter a telerradiografia com cefalometria.

PN-R0482 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica cirúrgica

Apresentação: 01/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 12

Concordância na classificação do fenótipo gengival: um estudo clínico e tomográfico na maxila anterior
Marcella Zon, Marcia Gabriella Mule, Fabiano C. Brito, Eduardo Claudio Lopes de Chaves E. Mello Dias
FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Pacientes com fenótipo gengival (FG) fino ou espesso respondem de maneira diferente à tratamentos com Implantes Osseointegrados. Alguns métodos são utilizados para diagnóstico e classificação do FG. Realizamos um estudo na maxila anterior para avaliar a concordância entre métodos diagnósticos: a sondagem periodontal (SP), se a sonda era visível por transparência (fino) ou não, para classificar o FG, a medição da espessura gengival (EG) em tomografias computadorizadas de feixe cônico com afastamento de lábio (TC), considerando espessuras ≤ a 1mm para fenótipo fino e >1 mm para fenótipo espesso, e através de fotos frontais desses pacientes, diferentes Especialistas de Odontologia (EO) classificaram o FG através do método visual (MV). A pesquisa aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) para seres humanos da Faculdade de Odontologia e Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic, sob parecer número 6.225.267. Foram selecionados 20 pacientes que necessitavam de tomografia da maxila. A SP foi realizada no centro da face vestibular de canino a canino superiores por um examinador. TCs na maxila, foram realizadas e as medições da EG, foram feitas na imagem central do corte axial dos dentes em estudo, em 1, 2 e 3 mm a partir da margem gengival por um Radiologista. Fotos frontais desses pacientes foram distribuídas à diferentes EO que classificaram o FG de acordo com o MV. Avaliamos assim a concordância entre os métodos.

A classificação do FG através da SP apresentou uma acurácia entre 65 a 68,3% quando comparado com a medição da EG nas TCs e o MV apresentou uma acurácia variando de 47 a 68% quando comparado à SP e de 38 a 54% quando comparado à medição da EG nas TCs.

PN-R0483 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 01/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 12

Efeito da funcionalização de substitutos ósseos com genisteína no reparo ósseo em ratas ovariectomizadas
Nathália Dantas Duarte, Marcelly Braga Gomes, Fábio Roberto de-Souza-Batista, Paulo Noronha Lisboa Filho, Pedro Henrique Silva Gomes-Ferreira, Roberta Okamoto
Ciências Básicas UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo é avaliar o desempenho da genisteína incorporada ao vidro bioativo, Biogran® (BG) e, osso bovino desproteinizado, Bio-Oss® (BO), através da sonoquímica, no reparo ósseo em ratas ovariectomizadas (OVX). Para tal, 50 ratas foram divididas aleatoriamente em 5 grupos (n=10): CLOT - coágulo, sem biomaterial; BGN - Biogran® in natura; BG+GEN - Biogran® com genisteína; BON - Bio-Oss® in natura; BO+GEN - Bio-Oss® com genisteína. Trinta dias após a OVX, foi confeccionado um defeito ósseo onde foi preenchido com o biomaterial correspondente ao grupo experimental, exceto no grupo CLOT. As injeções dos fluorocromos calceína e alizarina foram realizadas 14 e 24 dias pós-operatório, respectivamente. A eutanásia dos animais ocorreu no vigésimo oitavo dia. Foi realizado análise biomecânica (contra-torque), micro-CT para avaliar o percentual de volume ósseo (BV/TV) e o número de trabéculas (Tb.N), a mesma amostra foi destinada para a microscopia confocal, para obter a taxa de aposição mineral diária (MAR). No torque de remoção, as diferenças estatísticas foram entre os grupos CLOT vs BG+GEN e BON vs BO+GEN (ANOVA one-way, Tukey; p<0,05). Para os parâmetros BV/TV e Tb.N, houve diferença estatística entre BG e BO (ANOVA two-way, Tukey; p<0,05). Não houve significância estatística entre os grupos para a MAR (ANOVA one-way, Tukey; p>0,05). INCT - CNPq processo 406840-2022-9.

A genisteína incorporada ao Biogran® e Bio-Oss® pode otimizar o reparo ósseo em ratas ovariectomizadas.

(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2024/05906-2)
PN-R0485 - Painel Aspirante
Área: 6 - Oclusão / ATM

Apresentação: 01/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 12

Variações Morfométricas do Côndilo Mandibular e sua Associação com Padrões Faciais
Juliana Marodin Fauri Rotta, Milena Sampaio Kuczera, Eduardo Alan Blank, Jose Stechman-Neto, Bianca Marques de Mattos de Araujo, Cristiano Miranda de Araujo, Flávio Magno Gonçalves, Angela Graciela Deliga Schroder
Odontologia UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A morfologia condilar reflete características funcionais e estruturais do sistema estomatognático, podendo variar conforme o padrão facial. Este estudo transversal investigou a relação entre padrões esqueléticos e a morfometria do côndilo mandibular em uma amostra de 733 indivíduos, por meio da análise de radiografias panorâmicas e telerradiografias laterais. As medidas incluíram comprimento e largura do côndilo e ramo mandibular, bem como as formas morfológicas do côndilo, processo coronóide e incisura sigmoide. Foram aplicados Modelos Lineares Generalizados e Regressão Logística Multinomial, considerando o efeito de variáveis como idade, sexo, padrão anteroposterior e vertical da face. O comprimento maxilar associou-se positivamente às dimensões condilares e ao formato "bico de pássaro" do côndilo (OR=1,07; p=0,007), enquanto a variável SN.GoGn mostrou associação inversa com largura condilar e comprimento do ramo. Homens apresentaram maiores dimensões lineares e maior chance de formato condilar achatado (OR=1,89; p=0,031).

Esse estudo reforça a influência do padrão facial sobre a morfometria dos côndilos mandibulares , apontando para a relevância dessas características no diagnóstico individualizado e no planejamento de intervenções clínicas, ortodônticas e cirúrgicas.

PN-R0486 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 01/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 12

Um estudo in vitro de citotoxicidade, viabilidade celular e migração celular de um adesivo anaeróbico de torque
Barbara Magalhães Figueiredo Dias, Clara Almeida Mares, Beatriz Gomes de Lucardians, Talyta Couto de Freitas, Ana Flor sá, Danilo Rocha Dias, Ivana Márcia Alves Diniz, Frederico Santos Lages
Colegiado de Pós-Graduação em Odontologi UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo in vitro investigou o impacto biológico de um adesivo anaeróbico (AA), através das análises de citotoxicidade, viabilidade e migração celular em fibroblastos de camundongos (L929) e queratinócitos humanos (HaCaT). Para a análise de citotoxicidade, HaCaT foram expostas ao AA extravasado após a aplicação de torque em um conjunto pilar-implante; a viabilidade foi estudada em L929, as quais foram expostas à meios condicionados com o AA a 0,5 e 1,0%; e para o teste de migração celular com L929, foi realizado o ensaio de 'ferida'. Na análise estatística, utilizou-se o ANOVA seguido pelo Tukey post-hoc. Os resultados demonstraram que o AA foi citotóxico no período de 24h para HaCaT. No ensaio de viabilidade, no tempo de 24h, o AA apresentou pouco ou nenhum efeito citotóxico em L929 expostas aos meios condicionados a 0,5 e 1,0%. Em 48h, à 1,0%, o AA foi moderadamente citotóxico e severamente tóxico a 0,5%. Em 72h, houve um aumento da viabilidade das células no meio a 0,5%, enquanto, a 1,0% houve uma atividade severamente citotóxica. Na análise de migração celular, em 24h ambos grupos em meios condicionados apresentaram migração menor em relação ao controle. Em 48h, todos os grupos apresentaram distância entre as bordas da ferida similares e, em 72h, células do meio a 0,5% apresentaram migração menor do que às células do meio a 1,0% e controle.

Portanto, o AA apresenta uma citotoxicidade moderada em células epiteliais e mesenquimais, além de ter interferido parcialmente na migração celular, com os melhores resultados a 1,0%. Assim, as evidências apoiam o uso clínico desse material restrito à rosca do parafuso do pilar protético e aponta-se a necessidade de estudos clínicos antes de sua recomendação em Implantodontia.

(Apoio: CAPES  N° 001  |  FAPEMIG  N° APQ 00152-22)
PN-R0487 - Painel Aspirante
Área: 6 - Prótese

Apresentação: 01/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 12

Influência da oclusão no desempenho mastigatório de usuários de próteses totais convencionais com rebordos mandibulares reabsorvidos
Sabrina Romão Gonçalves Coelho, Hamile Emanuella do Carmo Viotto, Larianne de Sousa Moisés, João Fernando Carrijo Queiroz, João Neudenir Arioli Filho, Danny Omar Mendoza Marin, Raphael Freitas de Souza, Ana Carolina Pero
Materiais Odontológicos e Prótese UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A indicação de próteses totais convencionais com oclusão monoplano em pacientes com rebordos mandibulares reabsorvidos é considerada subjetiva. O objetivo deste estudo clínico controlado e aleatorizado foi estabelecer parâmetros objetivos de desempenho mastigatório (DM) em indivíduos com rebordos mandibulares reabsorvidos radiograficamente usuários de próteses totais há pelo menos 1 ano para comparar a oclusão convencional (C, dentes 22º, n=15) com a monoplano (M, dentes 0º, n=15). Foi utilizado o método da goma de mascar de duas cores (Vivident Fruit Swing) em 20 e 50 ciclos mastigatórios. As gomas mastigadas foram fotografadas para análise visual, prensadas e escaneadas para análise no software ViewGum. Os dados de grau de mistura VOH (Variance of Hue). foram analisados por ANOVA a dois fatores mista e pós-teste de Bonferroni, e a análise visual por escores foi feita entre (Mann Whitney) e dentro (Wilcoxon) dos grupos, todos com α=0,05. VOH mostrou diferença estatística entre os grupos C (µ= 0,833 ± 0,11) e M (µ= 0,746 ± 0,14), P =0,016, sendo que quanto menor µ, maior o desempenho mastigatório. Em relação aos ciclos mastigatórios, 50 (µ= 0,741 ± 0,13) foi estatisticamente diferente de 20 (µ= 0,838 ± 0,12), p=0,001. A interação oclusão e ciclos não foi significativa, P=0,517. A análise visual mostrou diferença entre os ciclos para ambas as oclusões dentro dos grupos (C, 20 e 50, P<0,001 e M, 20 e 50, P=0,002) e entre os grupos (20 C e 50 M, P =0,000 e 20 M e 50 C, P =0,008). Os escores visuais foram maiores para 50 ciclos.

A oclusão monoplano pode ser indicada para pacientes com rebordos mandibulares reabsorvidos mostrando uma melhor performance mastigatória VOH. A performance mastigatória melhorou com 50 ciclos tanto para VOH quanto visualmente.

(Apoio: FAPESP  N° 2022/08269-8)
PN-R0488 - Painel Aspirante
Área: 6 - Oclusão / ATM

Apresentação: 01/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 12

Manifestações dentárias em adultos com bruxismo em vigília
Patricia Kern di Scala Andreis, Isabella Christina Costa Quadras, Roberto Ramos Garanhani, Hellen Augustin, Priscila Brenner Hilgenberg Sydney, Nathalia Juliana Vanzela, Sérgio Aparecido Ignácio, Elisa Souza Camargo
PPGO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Diversos sinais clínicos relacionados à sobrecarga oclusal, podem ser detectados em pacientes com comportamentos de Bruxismo em Vigília (BV). Estudo observacional transversal investigou amostra de 159 pacientes adultos, da triagem odontológica de uma universidade, sem queixas específicas. Foram avaliados a prevalência de BV, por meio do questionário OBC (DC/DTM) e trincas e desgastes dentários, recessão gengival e sensibilidade dentária, por meio de anamnese e inspeção física. Análise estatística foi realizada (p < 0,05). A prevalência de BV foi de 81.1% (n=129), sem diferença estatística entre sexos e idades (p > 0,05). O desgaste dentário foi mais prevalente nos portadores de BV (77.5%) em relação aos não portadores (22,5%) (p < 0,05). Não foi observada diferença quanto à presença de trincas, sensibilidade dentária e recessão gengival entre portadores e não portadores de BV (p > 0,05).

A detecção precoce do bruxismo em vigília pelo dentista clínico é crucial, pois não apenas ajuda a prevenir danos aos dentes e estruturas orais, mas também contribui para a melhoria da qualidade de vida do paciente, ao reduzir o desconforto associado a essa condição e conscientizar sobre a importância de hábitos saudáveis.

PN-R0489 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 01/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 12

Percepção de dentistas sobre planejamento global no tratamento odontológico de pacientes adultos
Lina Valentina Ribeiro Chaves, Antonio Henrique Correa Rodrigues, Bruno César Parpinelli, Polianne Alves Mendes, Vânia Eloisa de Araújo Silva, Elton Gonçalves Zenóbio
ODONTOLOGIA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O planejamento odontológico é essencial para a previsibilidade do tratamento, devendo ser cuidadosamente estruturado de modo a auxiliar no direcionamento das etapas subsequentes. Ainda assim, muitos profissionais enfrentam dificuldades devido à formação, experiência clínica e recursos diagnósticos. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo avaliar a percepção de dentistas sobre o planejamento global no tratamento de pacientes adultos, focando em sua relevância, nível de conhecimento e metodologias utilizadas. Um questionário estruturado foi aplicado a profissionais clínicos, com 338 respostas válidas, agrupadas em quatro categorias. O Grupo 4, formado por pós-graduados, foi correspondente 53,9%, sendo 90,1% especialistas e 25,8% doutores. Mais de 88% consideraram o planejamento global extremamente importante, embora poucos tenham formação específica sobre o tema. Termos como "elaboração", "diagnóstico" e "prognóstico" foram os mais mencionados. A maioria defendeu condutas individualizadas, destacando prótese, dentística e oclusão como áreas chave.

Apesar do reconhecimento da importância (91,7%), os dados revelam conhecimento limitado e falta de padronização metodológica, sugerindo falhas na formação e necessidade de revisão do ensino em odontologia.

(Apoio: CAPES  N° II)
PN-R0490 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 01/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 12

Estudo comparativo entre a técnica de osseodensificação e a técnica convencional para implantes dentários: estudo in vitro
Rafaela Regina de Lima, Lara Rubia Marques Nascimento, Barbara Magalhães Figueiredo Dias, Dhelfeson Willya Douglas-de-Oliveira, Rodrigo Richard da Silveira, Frederico Santos Lages
ODR UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Foi realizado um estudo laboratorial prospectivo, simples cego, quantitativo, in vitro, para comparar a técnica convencional de preparação do leito de implantes dentários com a técnica de osseodensificação de implantes, realizada por 2 diferentes sistemas, em costela bovina, levando em consideração a densidade e corticalização óssea, variação de temperatura e torque de inserção e remoção e microscopia de varredura eletrônica dos leitos. Os três grupos utilizaram o implante Biomorse® 4x10mm, sendo eles, técnica convencional, osseodensificação por Versah e osseodensificação por WF. Os resultados foram submetidos a uma análise descritiva para obtenção da média e desvio padrão. Após, foram realizados testes de normalidade de Shapiro - Wilk, ANOVA em medidas repetidas, com teste de post-hoc de Bonferrroni. Foi adotado nível de significância de 5% (p< 0,05). Houve diferenças estatísticas entre os grupos nos valores de torque de inserção e torque de remoção.

Assim, conclui-se que houve um aumento nos valores dos torques de inserção e remoção nas técnicas de osseodensificação quando comparados com a técnica convencional de preparação do leito de implantes dentários.




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