RESUMOS APROVADOS

Veja o Cronograma de Apresentação Completo


Modalidade:
Área:
Autores:
Palavra-Chave:


Resultado da busca [Siglas PI0009 a PI0015 ]
 3 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 3


PI0010 - Painel Iniciante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 12

Avaliação da adesão aos protocolos de biossegurança em Radiologia Odontológica frente à pandemia da COVID-19 por meio do instrumento QICOR
Santos RC, Araújo LS, Oliveira MLB, Pigatti FM, Carvalho PHB, Junqueira RB, Costa ED, Verner FS
Odontologia Restauradora - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do presente estudo foi avaliar a adesão de profissionais e estudantes de Odontologia ao controle de infecção em Radiologia Odontológica frente à pandemia da COVID-19. Foram incluídos indivíduos que estivessem realizando exames radiográficos intrabucais durante a pandemia. Foi utilizado o Questionário de Controle de Infecção em Radiologia Oral (QICOR), aplicado virtualmente. Foram recrutados participantes de todos os continentes. Os dados foram analisados a 5%. Foram identificadas 583 respostas válidas, sendo 391 de participantes do gênero feminino, 191 do masculino, e 1 de outro gênero. A média de idade foi de 33,54 anos. 68,61% da amostra era do continente americano, 19,04% do europeu, e 12,35% do asiático. A mediana foi de 98 pontos, e indivíduos com pontuação abaixo da mediana foram considerados com baixa adesão aos protocolos de biossegurança em Radiologia Odontológica. No continente americano, 58,25% da amostra ficou abaixo da mediana. Já nos continentes asiáticos e europeu, os percentuais foram de 30,55% e 30,63%. Os estudantes de Odontologia (60,10%) apresentaram-se menos adeptos aos protocolos de biossegurança do que os Cirurgiões-Dentistas (44,61%). A presença de comorbidades não interferiu nos resultados.
Conclui-se que, mesmo mediante à pandemia da COVID-19, é baixa a adesão aos protocolos de biossegurança em Radiologia Odontológica. Sugere-se que os resultados auxiliem na conscientização de estudantes e profissionais, uma vez que procedimentos de Radiologia Odontológica apresentam potencial de transmissão do Sars-CoV-2.
(Apoio: VIC/UFJF  N° 48103)
PI0011 - Painel Iniciante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 12

Associação dos sinais radiográficos da proximidade do terceiro molar com o canal mandibular: uma análise em radiografias panorâmicas
Pinheiro TFFB, Lacerda-Santos JT, Granja GL, Santos JA, Melo DP, Dias-Ribeiro E
Odontologia - FACULDADES INTEGRADAS DE PATOS - CAMPINA GRANDE
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo objetivou avaliar a prevalência dos sinais radiográficos preditivos da proximidade entre os terceiros molares mandibulares e o canal mandibular, e associar estes sinais com a posição do 3M. Foi realizado um estudo transversal com 1.548 radiografias panorâmicas (2.712 dentes), sendo 974 (62,3%) do sexo feminino e 590 (37,7%) do masculino, com idade entre 18 a 71 anos, que apresentavam no mínimo um terceiro molar inferior com rizogênese completa adjacente a um segundo molar. As análises foram realizadas por dois examinadores treinados e calibrados (K = 0,949; K = 0,980). Os sinais radiográficos utilizados para analisar o contato do terceiro molar com o canal mandibular foram: escurecimento dos ápices radiculares; descontinuidade do canal mandibular; e desvio do canal mandibular. Foi realizada a estatística descritiva e o testes Qui-Quadrado de Pearson e Exato de Fisher, com correção de Bonferroni para comparação entre as proporções (p≤0,05). O sinal radiográfico mais prevalente foi o escurecimento dos ápices radiculares (n = 771; 49,3%). Foi observado associação significativa entre a posição do terceiro molar e sinal radiográfico de proximidade com o canal mandibular. O sinal escurecimento dos ápices radiculares foi associado as posições vertical e AI de Pell e Gregory (p = 0,001), o sinal descontinuidade do canal mandibular foi associado as posições horizontal e BII de Pell e Gregory com (p= 0,001).
Os resultados deste estudo sugerem que a posição do terceiro molar está associada ao sinal radiográfico preditivo da proximidade com o canal mandibular.
PI0013 - Painel Iniciante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 12

Correlação entre metodologias de análise da Dimensão Fractal em radiografias de mandíbula: resultados preliminares
Silva MEB, Santos HS, Corrêa LR, Badaró MM, Rabelo GD
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi avaliar a correlação entre três metodologias de análise da Dimensão Fractal (DF) em radiografias de pacientes saudáveis. Radiografias periapicais digitais foram utilizadas para delinear áreas da mandíbula (anterior e posterior, direita e esquerda), por dois operadores calibrados, criando regiões de interesse (ROI) na porção trabecular. As imagens obtidas foram inseridas no software ImageJ, convertidas em 8 bits e a DF foi calculada pelo método de box counting por 3 metodologias: Fractal box count (DF.F) e BoneJ (DF.B), com imagens binárias, e FracLac (DF.L), com imagens em escala de cinza. Dados do histograma também foram acessados para os testes de correlação (Spearman). Um total de 228 ROIs foram avaliadas (n= 15 pacientes). O valor médio dos pixels foi de 123 (±44). O valor médio para DF.F foi de 2,74 (±0,22), de 2,39 (±0,12) para DF.B e de 1,94 (±0,10) para DF.L. O índice de correlação intraclasse foi de 0,99 para DF.F, de 0,54 para DF.B e de 0,89 para DF.L (p<0,00). Houve correlação forte e positiva entre DF.F e DF.L (p 0,00, r 0,75), e moderada e negativa entre DF.F e DF.B (p 0,00, r -0,53). DF.B foi correlacionada negativamente com a média de pixels na imagem (p 0,00, r -0,55) e o valor máximo dos pixels (p 0,00, r -0,56).
Conclui-se que as três metodologias de análise da DF são viáveis, porém, variações devem ser consideradas quando se optar por utilizar o plugin BoneJ. Houve correlação dos resultados da DF obtidos em imagens binárias pelo método mais comum e o método em escala de cinza, sugerindo que a análise em imagens sem o processo de binarização pode ser indicada.