RESUMOS APROVADOS

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 2918 Resumo encontrados. Mostrando de 1381 a 1390


PN1257 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 27

Efeito do desafio erosivo na resistência de união ao cisalhamento de braquetes metálicos colados em superfície de resina composta
Silva AL, Neves JG, Correr-Sobrinho L, Godoi APT, Costa AR
Ortodontia - CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO HERMÍNIO OMETTO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar a influência do desafio erosivo com ácido clorídrico, simulando o refluxo gastroesofágico, antes e após a colagem de bráquetes metálicos em superfície de resina composta. Discos de resina composta Z250 (n=150) foram alocados em 5 grupos, de acordo com o tempo e o meio de armazenagem: 24h (controle), 7 dias e 30 dias em saliva artificial (SA) e ácido clorídrico (AC). Os grupos foram novamente subdivididos em 3 grupos (n=10), de acordo com o material de colagem (3M ESPE): TransBond XT (TXT), Z250 e Z350. O desafio erosivo foi realizado por 7 ou 30 dias antes e após a colagem dos suportes ortodônticos, por 1 min, 4 vezes ao dia. A resistência de união ao cisalhamento (RUC) foi realizada por meio de uma Máquina de Ensaio Universal à 0,5 mm/min. Os dados de RUC (MPa) foram submetidos à ANOVA e Tukey (α=0,05). TXT apresentou maiores valores de RUC em todas as condições (p<0,0001). Nenhuma diferença foi detectada para as resinas Z250 (p=0,063) e Z350 (p=0,167). Os tempos e os meios de armazenagem não influenciaram estatisticamente as resinas TXT e Z250 (p>0,05), exceto para a Z350 (p<0,05).
O desafio erosivo foi capaz de promover alterações na RUC para a resina Z350. TXT apresentou os maiores valores de RUC, independente dos tempos e meios de armazenagem. As resinas Z250 e Z350 não deveriam ser indicadas na colagem de bráquetes metálicos em superfícies de resina composta.
PN1259 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 27

Variáveis que influenciam no prognóstico do dente decíduo traumatizado com necrose pulpar tratados endodonticamente
Moreira AOG, Gasperini MRC, Menezes AN, Wanderley MT
Odontopediatria e Ortodontia - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Objetivo foi investigar as variáveis que influenciam o prognóstico de dentes decíduo traumatizado com necrose pulpar que receberam tratamento endodôntico com Pasta Guedes-Pinto. Analisou-se 2655 prontuários do Centro de Pesquisa e Atendimento de Traumatismo em Dentes Decíduos-FOUSP (1998-2018): dados de prontuários, radiografias e fotografias. Inclusão: pacientes com incisivos centrais superiores decíduos traumatizados com necrose pulpar e com tratamento endodôntico. Exclusão: prontuários com dados incompletos, dentes com lesão de cárie extensa, não tratados com Pasta Guedes-Pinto, e sem acompanhamento até o sucessor permanente foram excluídos. A manutenção do dente decíduo em boca até o período de esfoliação foi considerada como sucesso, e a perda precoce, insucesso. Coletou-se dados quanto a criança, ao tipo de trauma, ao tratamento endodôntico e condição final do dente decíduo. A amostra foi de 182 pacientes e 212 dentes decíduos, sendo que 68,9% dos dentes foram em pacientes que tinham até 3 anos no momento do trauma. 72,6% dos dentes tratados tiveram sucesso. A análise de regressão de Poison mostrou associação estatisticamente significante entre a perda precoce e traumas de média severidade (RR=2,30; 1,10-4,80) e alta severidade (RR=2,26; 1,25-4,09). A qualidade da obturação endodôntica não mostrou diferença estatística quanto ao prognostico do dente.
Conclui-se que a maioria dos dentes decíduos traumatizados com necrose pulpar que foram tratados endodonticamente tiveram sucesso; e que os traumas de maior severidade tiveram pior prognóstico.
(Apoio: CAPES)
PN1260 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 27

Comparação dentoalveolar e eficiência do tratamento da Classe II: extração de dois pré-molares ou distalização com ancoragem esquelética
Sant'anna GQ, Bellini-Pereira SA, Poiani JGR, Amaral LG, Borges CGG, Lima-Filho FLB, Aliaga-Del-castillo A, Henriques JFC
Ortodontia - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo teve como objetivos comparar as alterações dentoalveolares e a eficiência do tratamento da má oclusão de Classe II com extração de dois pré-molares e a distalização com ancoragem esquelética direta, por meio de modelos digitais. A amostra retrospectiva consistiu em 86 modelos digitais de 43 pacientes, divididos em dois grupos. O grupo 1 (G1) foi composto de 50 modelos digitais de 25 pacientes Classe II tratados com extrações de dois primeiros pré-molares superiores. O grupo 2 (G2) grupo foi composto de 36 modelos digitais de 18 pacientes Classe II tratados com a distalização de molares superiores, utilizando um distalizador cantilever ancorado a mini-implantes. Os modelos de gesso ao início (T0) e após o tratamento ortodôntico (T1) foram digitalizados pelo scanner modelo 3Shape R700 e analisados pelo software OrthoAnalyzerTM. Variáveis referentes as alterações em questão, foram avaliadas e a eficiência de cada protocolo foi estimada pelo Índice de Eficiência de Tratamento (IET).
Os grupos apresentaram ótima compatibilidade ao início do tratamento. O Grupo Xp2 apresentou uma redução significantemente maior da distância intermolar, perímetro do arco e comprimento do arco em comparação ao Grupo Cantilever. Os molares do Grupo Cantilever apresentaram uma rotação distal significantemente maior quando comparados aos do Grupo Xp2. O tratamento com o distalizador Cantilever apresentou maior redução do índice PAR, com melhor qualidade de finalização. E ambos os tratamentos apresentaram uma eficiência de tratamento semelhante (IET).
(Apoio: FAPESP  N° 2019/23152-7)
PN1263 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica cirúrgica

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 17

Efeitos da fibrina rica em plaquetas em fase líquida (i-PRF) na reparação de feridas infectadas em ratos com diabetes induzida
Souza MFC, Joly JC, Ferraz EP, Napimoga MH, Peruzzo DC, Teixeira LN, Martinez EF
Odontologia - FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A Diabetes Melittus (DM) é uma desordem metabólica crônica que interfere na reparação tecidual. Tendo em vista o potencial efeito dos hemoderivados no processo cicatricial, o presente trabalho avaliou a infiltração de i-PRF (fibrina em fase líquida) no tratamento de feridas infectadas em animais com DM. Defeitos de 6 mm foram criados bilateralmente na região dorsal de 20 ratos machos da linha Wistar, divididos em dois grupos (n=10 cada), considerando presença ou ausência de DM. Para indução da doença, foi administrado uma única dose de estreptozotocina (60mg/kg) intraperitoneal. As feridas foram contaminadas com cepa de S. aureus (ATCC 25923), e após 2 dias, procedeu-se os experimentos. A injeção perilesional de i-PRF foi feito em um dos lados. Após 7 e 10 dias, foi avaliado a extensão do processo inflamatório e a espessura do novo epitélio formado. Os dados foram submetidos a análise estatística tendo sido atribuído o nível de significância de 5%. Os resultados demonstraram que, quando aplicado i-PRF independente da condição sistêmica, houve melhor modulação do processo inflamatório e reparação da ferida, com maior formação de vasos sanguíneos, bem como, de fibras colágenas. Adicionalmente, observou-se maior espessura epitelial e menor inflamação, quando utilizado i-PRF (p <0,05).
Concluiu-se que o i-PRF infiltrado em feridas de ratos diabéticos, demonstrou desempenhar um papel importante no processo de modulação da inflamação tecidual, acelerando o processo de reparo da ferida, sobretudo em lesões infectadas na condição de DM.
PN1265 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 17

Avaliação tomográfica da técnica da preservação alveolar da com matriz de dentina autóloga mineralizada: uma série de casos
Vieira APF, Lourenço APC, Zenóbio EG, Abreu FAM, Vidigal BCL, Cosso MG
Odontologia - PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A dentina e o osso alveolar possuem a mesma origem na crista neural, além de propriedades químicas muito semelhantes. Com o intuito de compensar as desvantagens do enxerto autógeno, tais como alta taxa de morbidade e reabsorção acelerada, a dentina surgiu como um potencial substituto ósseo. A concentração de minerais um pouco mais elevada, pode ser um recurso benéfico para a manutenção do volume, pois na fase de remodelação o enxerto de dentina é reabsorvido lentamente. A análise prospectiva da cicatrização alveolar após a técnica de preservação com a enxertia de grânulos de matriz de dentina autóloga mineralizada foi realizada em 18 alvéolos por meio de tomografias. Os exames foram realizados aos 5 e 120 dias de pós-operatório e, a partir da obtenção do arquivo DICOM, realizou-se as análises volumétricas, por meio do Software Osirix® e análises lineares através do software Dental Slice®. Para as análises lineares foram realizadas mensurações no eixo horizontal do alvéolo a 1, 3 e 5 mm do pico ósseo, nas faces vestibulares e linguais, considerando como referência duas linhas, uma vertical, localizada no centro do alvéolo e outra horizontal, tangenciando o ápice do alvéolo. Os resultados demonstraram uma pequena reabsorção óssea aos 120 dias.
Conclui-se que, nas limitações das análises realizadas, que a aplicabilidade da dentina como biomaterial é um processo promissor, sendo necessário a continuidade desse estudo com n adequado e um grupo controle para viabilizar uma avaliação estatística satisfatória.
PN1266 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 17

Análise, pelo teste de fadiga, do destorque de pilares sobre implante de hexágono externo com montador modificado
Souza GSM, Moraes MFL, Pignataro RRDG, Oliani MG, Nogueira Junior L
Materiais Odontológicos e Prótese - INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Na etapa de inserção dos implantes dentários na loja cirúrgica, forças geradas durante esse procedimento podem causar deformações morfológicas na superfície da conexão protética. O objeto deste trabalho foi analisar a resistência ao contra-torque dos parafusos de fixação de pilares com o uso de um montador modificado para a inserção de implantes de hexágono externo. Foram avaliados em 20 conjuntos (implante-pilar) (e-fix, A.S. Technology - Titanium Fix) divididos em dois grupos sendo grupo MN (montador normal n=10) e grupo MM (montador modificado n=10) e submetidos ao teste de fadiga (ISO 14801:2007). Foram aplicados 80 Ncm nos montadores durante a inserção dos implantes e os pilares foram instalados conforme recomendação do fabricante. Os conjuntos foram ciclados mecanicamente, com carga de 120N, frequência de 4Hz e 1,2 x 106 ciclos. Os valores de torque/destorque dos pilares foram mensurados com torquimetro digital. Os resultados foram analisados estatisticamente pelo teste t-sudent com nível de significância de 5%. Os valores obtidos não tiveram diferença significativa. Foi realizada inspeção, através de MEV, das roscas internas dos implantes as quais apresentaram deformação em ambos os grupos.
O montador modificado se apresentou mais seguro que o convencional e a rosca interna dos implantes, se manteve intacta após torque máximo. Assim quem mais sofre durante o carregamento é o parafuso de fixação.
PN1267 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 17

Análise da deformação da conexão de implantes de hexágono externo instalados com um montador modificado
Moraes MFL, Souza GSM, Pignataro RRDG, Oliani MG, Nogueira Junior L
Imaginologia e Reabilitação Oral - UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Dentre as diferentes plataformas protéticas existentes, os implantes de conexão hexagonal externa ainda são os mais utilizados. Deformações no hexágono da plataforma do implante podem ser causadas por torque excessivo durante a sua instalação sendo necessário buscar alternativas viáveis para reduzir essa intercorrência. O objetivo deste trabalho foi avaliar a deformação da plataforma de implantes com conexão hexagonal externa, instalados com montador modificado. Foram selecionados 20 implantes de conexão hexagonal externa plataforma regular 4,0 x 13 mm (e-fix, A.S. Technology - Titanium Fix) divididos em dois grupos, sendo o grupo Montador Normal (MN; n=10) e Montador Modificado (MM; n=10). Foi realizado ensaio de torção nos conjuntos implante/montador até atingir torque máximo (ISO-13498:2013). Foi confeccionado um dispositivo para avaliar liberdade rotacional após os testes de torção. Os espécimes foram analisados em microscopia eletrônica de varredura para determinar deformações do hexágono da plataforma e roscas internas dos implantes. Os resultados foram comparados estatisticamente por meio dos testes Mann Whitney, T Pareado e T duas amostras.
Concluiu-se que a deformação da estrutura do hexágono da conexão pelo grupo MN foi maior quando comparada com o grupo MM, sugerindo-se que o grupo MM apresentou comportamento vantajoso quando comparado ao grupo MN do ponto de vista de manter a integridade da conexão protética.
PN1268 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 17

Avaliação histológica e histomorfométrica da neoformação óssea em defeitos críticos em calota de ratos com diferentes membranas colágenas
Gomes AV, Montagner PG, Martinez EF

Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Membranas colágenas têm sido amplamente utilizadas em procedimentos de regeneração tecidual, devido suas propriedades físicas e biológicas. O objetivo deste estudo foi avaliar o potencial osteopromotor e a intensidade do processo inflamatório com uso de membranas colágenas de diferentes origens. Defeitos críticos foram criados nas calvárias de 40 ratos Wistar, sendo estes divididos nos seguintes grupos amostrais: G1: grupo controle sem membrana (n=10), G2: Bio-Gide® (n=10) controle positivo, G3: Collprotect® (n=10) e G4: Techgraft® (n=10). Após 15 e 30 dias, os animais foram eutanasiados, seguido pelo processamento das amostras para mensuração da intensidade de infiltrado inflamatório e quantificação das áreas de neoformação óssea. Os resultados demonstraram que para o grupo coágulo (G1), somente aos 30 dias foi evidenciada neoformação óssea a partir dos cotos do defeito. Em G2, apesar de apresentar uma degradação mais avançada da membrana, houve neoformação óssea em íntimo contato com remanescentes do biomaterial. Em G3, observou-se poucos sinais de degradação da membrana, mesmo após 30 dias, com avançada neoformação óssea. Entretanto, para G4 observou-se quase completa degradação da membrana, sendo evidente a neoformação óssea mais avançada, quando comparado aos demais grupos.
Apesar de não serem observadas diferenças significativas nos escores do infiltrado inflamatório, maior osteopromoção foi observada nos defeitos recobertos com Bio-Gide® e Techgraft®.
PN1269 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 17

Efeito de substitutos ósseos aloplásticos na expressão do fenótipo osteoblástico em células MC3T3-E1 expostas à endotoxina bacteriana
Martorano AS, Grisote G, Teixeira LN, Raucci-Neto W, Oliveira PT, Castro-Raucci LMS
Biologia Oral - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi avaliar os efeitos do meio condicionado por biomateriais com diferentes proporções de hidroxiapatita (HA) e β-trifosfato de cálcio (β-TCP) na expressão do fenótipo osteoblástico, tanto na presença quanto ausência do lipopossacarídeo bacteriano (LPS). Para isso, o meio de cultura foi condicionado por 24 h (0,1 g/mL) com 60% HA/40% β-TCP (NanoSynt, FGM, Brasil), 70% HA/30% β-TCP (GenPhos, Baumer, Brasil) ou 95% HA (Hidroxiapatita, Bionnovation, Brasil) e utilizado para o cultivo de células da linhagem MC3T3-E1. Culturas não expostas serviram como Controle. Parte dos grupos foi cultivada adicionalmente com LPS a 1 µg/mL. Em 7 dias, os níveis de RNAm para o fator de transcrição relacionado ao runt tipo 2 (RUNX2), fosfatase alcalina (ALP), sialoproteína óssea (BSP) e osteoprotegerina (OPG) foram verificados por PCR em Tempo Real (ANOVA, p<0,05). Na ausência do LPS, de modo geral, os grupos de biomateriais exibiram os maiores valores de RUNX2 e BSP em relação ao Controle (p<0,05), e valores similares para ALP (p>0,05). A maior expressão de OPG foi para 60% HA/40% β-TCP (p<0,05). Na presença do LPS, observou-se redução dos marcadores em todos os grupos e ausência de expressão de ALP no Controle. Os biomateriais exibiram níveis inferiores de RUNX2 e superiores de ALP, BSP e OPG em relação ao Controle (p<0,05), particularmente o 60% HA/40% β-TCP (p<0,05).
Conclui-se que os íons liberados pelos biomateriais favoreceram a expressão gênica de marcadores osteoblásticos tanto na presença quanto na ausência do LPS, com destaque para 60% HA/40% β-TCP.
(Apoio: CAPES)
PN1270 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 17

Concordância entre mensuração linear de perda óssea peri-implantar sem e com sobreposição de imagens radiográficas
Bregagnol RB, Triches DF, Alonso FR, Mezzomo LAM, Villarinho EA, Teixeira ER, Shinkai RSA
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A perda óssea peri-implantar é um desfecho clínico importante no estudo longitudinal de próteses sobre implantes. Este estudo avaliou a concordância entre mensuração linear sem e com sobreposição de imagens radiográficas para aferição da perda óssea peri-implantar, em função de arcada (maxila x mandíbula) e local do implante (intercalar x extremo livre). A amostra foi composta por imagens radiográficas de 44 implantes unitários de 6mm de comprimento, instalados na região posterior de 19 pacientes. As radiografias padronizadas foram obtidas após a instalação da prótese (T0) e em 12 meses (T1). As imagens foram sobrepostas no software GIMP e as medidas foram realizadas no software ImageJ. O nível ósseo foi obtido como a média mesial e distal. A perda óssea foi calculada por T1-T0. Os dados foram analisados por coeficiente de correlação intraclasse (CCI) e estratificação por arcada e local do implante. A concordância entre os métodos foi substancial (ri=0,725; p<0,001) e estratificando por local do implante variou de 0,670 para extremo livre a 0,816 para intercalar. Quanto à arcada, a concordância foi semelhante, sendo 0,734 na maxila e 0,783 na mandíbula.
Conclui-se que a concordância entre a mensuração linear sem e com sobreposição de imagens radiográficas foi moderada, havendo maior concordância quando o implante foi intercalar.
(Apoio: CAPES)