RESUMOS APROVADOS

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 2918 Resumo encontrados. Mostrando de 1491 a 1500


PN1395 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 18

Biocompatibilidade in vivo de scaffolds poliméricos-biocerâmicos associados às células-troncos para terapia celular regenerativa
Ferreira LF, Neves JG, Rocha DN, Barbosa RM, Calsa B, Correr-Sobrinho L, Santamaria-Jr M, Correr AB
Materiais Dentários - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi analisar a biocompatibilidade in vivo de scaffolds poliméricos associados à Hidroxiapatita (HA) ou Bruxita (BX), implantados na presença ou não de células-tronco mesenquimais (CTMs) em ratos. Scaffolds de Quitosana-Xantana (QX) foram confeccionados e associados à 5% HA ou 5% BX, e posteriormente, às CTMs. Esses foram alocados nos seguintes grupos: 1) QX; 2) QX+CTMs; 3) QXHA; 4) QXHA+CTMs; 5) QXBX; 6) QXBX+CTMs. Scaffolds foram implantados no dorso de ratos Wistar (n=15) e o tecido adjacente ao scaffold foi analisado após 7, 30 e 60 dias da introdução do biomaterial. A análise da resposta inflamatória foi avaliada por meio de histomorfometria e contagem de células inflamatórias, utilizando microscopia óptica (400x) e o software Image J. Os dados foram submetidos à ANOVA 2 fatores, seguido do teste de Tukey (α=0,05). Dentre os grupos experimentais, os scaffolds de QX, QXHA, QX+CTMs, QXHA+CTMs mostraram melhor resposta tecidual em todos os tempos experimentais quando comparados aos grupos QXBX e QXBX+CTMs (p<0,05). Todos os grupos apresentaram diminuição da resposta inflamatória após 60 dias, quando comparados com os tempos de 7 e 30 dias (p<0,05). Após 60 dias, o grupo QX+CTMs apresentou menor resposta inflamatória quando comparado aos demais grupos, exceto para o grupo QXHA+CTMs (p<0,05).
Scaffolds de Quitosana-Xantana e Quitosana-Xantana+HA associados a CTMs apresentaram resposta inflamatória de baixa intensidade após 60 dias de implantação em modelo animal, sendo promissores para a aplicação em terapias celulares regenerativas.
(Apoio: FAPESP  N° 2018/188906  |  CAPES  |  CNPq)
PN1397 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 18

Influência de um primer polimérico catalisador sobre a eficácia estética, cinética de degradação e toxicidade de géis clareadores
Dias MF, Voss BM, Zuta UO, Leite MLAS, Ribeiro RAO, Hebling J, de-Souza-Costa CA
Prótese e Materiais Dentários - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Foi avaliada a influência de um primer polimérico catalisador (PPC) contendo 10 mg/mL de óxido de manganês (MnO) sobre a eficácia clareadora, cinética de degradação e citotoxicidade trans-amelodentinária (CT) de géis clareadores com variadas concentrações de H2O2. Os seguintes grupos foram estabelecidos: G1: nenhum tratamento (controle negativo); G2: PPC; G3: 35%H2O2 (controle positivo); G4: 20%H2O2; G5: 10%H2O2; G6: PPC+35%H2O2; G7: PPC+20%H2O2; G8: PPC+10%H2O2. Após aplicar os géis por 45 min. sobre discos de esmalte/dentina manchados, recobertos ou não com PPC, a eficácia clareadora foi avaliada (sistema CIE L*a*b*). Para análise da CT, discos foram acoplados em câmaras pulpares artificiais. A viabilidade (V), estresse oxidativo (EOx) e morfologia (MEV) celular foram avaliados após células odontoblastóides MDPC-23 serem expostas aos extratos (meio de cultura + componentes dos géis difundidos pelo disco). A quantificação da difusão trans-amelodentinária de H2O2 e a produção de radical hidroxila (OH-) também foram determinadas (ANOVA/Tukey; p<0,05). Maior eficácia clareadora foi observada em G6 (p<0,05), porém não houve diferença estatística entre os grupos G3, G7 e G8 (p>0,05). Em G8, a menor difusão de H2O2 causou redução do EOx e o consequente aumento da V celular em comparação aos demais grupos (p<0,05).
Conclui-se que o recobrimento do esmalte com PPC contendo 10 mg/mL MnO antes da aplicação do gel clareador com 10% H2O2 mantém a eficácia estética do clareamento convencional de consultório (G3) e minimiza os efeitos tóxicos da terapia clareadora.
(Apoio: FAPESP  N° 2020/08882-6)
PN1398 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 18

Efeito da incorporação de um híbrido de óxido de grafeno e argilomaterial em resina experimental
Obeid AT, Nunes-Filho FG, Nascimento TRL, Velo MMAC, Castellano LRC, Brondino NCM, Fonseca MG, Mondelli RFL
Dentística, Endodontia e Materiais - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Embora o óxido de grafeno (GO) apresente excelentes propriedades químicas e biológicas, sua aplicação em materiais odontológicos é escassa, devido à coloração escura e propensão à aglomeração das partículas. Esse estudo reduziu o GO com a Montmorillonita (MMT), dos argilomateriais, através do tratamento com ultrassom e contato direto de suspensões aquosas, desenvolvendo um híbrido (GO-MMT) estável e com propriedades ópticas favoráveis. O híbrido foi incorporado em resina experimental (RE) (49,5% BisGMA; 49,5% TEGDMA; 0,2% canforoquinona e 0,8% 2- dimetacrilato) nas concentrações de 0,3% e 0,5% e a resistência flexural em três pontos avaliada (σ) por máquina Universal Instron (500 N a 0,5 mm/min). As análises de difração de raio-X, espectroscopia de infravermelho e espectroscopia Raman do híbrido GO-MTT demonstraram interações entre grupos OH do GO e silanóis da MTT. Para a avaliação da σ na RE, os espécimes (n=6) foram confeccionados (2 × 2 × 8 mm) e 7 grupos de estudo desenvolvidos: G1 (RE, controle); G2 (RE + 0,3% MMT); G3 (RE + 0,5% MMT); G4 (RE + 0,3% GO); G5 (RE + 0,5% GO); G6 (RE + 0,3% GO-MMT) e G7 (RE + 0,5% GO-MMT). Os dados foram analisados por ANOVA e teste de Tukey (p<0,05). Os resultados da σ foram: G1: 69,8±1,98bc; G2: 65,7±4,36bc; G3: 77,5±1,93c; G4: 60,6±2,9b; G5: 47,0±2,0a; G6: 86,1±0,9d; G7: 100,1±3,53e, com resultados superiores para o híbrido (G6 e G7).
A redução do GO com MMT para formar o híbrido (GO-MMT) permite a expansão de sua aplicação em materiais odontológicos resinosos, demonstrando ser um composto estável, melhorando a propriedade mecânica da RE.
(Apoio: 19/06045-2  N° FAPESP)
PN1399 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 18

Efeito do pH no potencial biomodificador do extrato de semente da uva sobre colágeno dentinário
Mota ALM, Lemos MVS, Santiago SL, Mendes TAD, Lourenço GA
Odontologia Restauradora - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi verificar a efetividade e a estabilidade da solução de extrato de semente da uva a 6,5%, com diferentes pHs, aplicadas sobre colágeno dentinário. Barras de dentina (0,5x1,7x6,0 mm) foram confeccionadas e desmineralizadas durante 5 horas em ácido fosfórico a 10% e distribuídas nos grupos: solução ácida (pH=4,42); neutra (pH=6,96); básica (pH=11,92) e água destilada como controle (pH=6,75). Realizou-se os testes de flexão de 3 pontos (n=10) e variação de massa (n=10), avaliados com máquina de ensaios universais e balança de precisão, respectivamente, antes e após biomodificação, 7 e 14 dias de armazenamento em solução remineralizante. Os dados foram submetidos a testes de normalidade de Kolmogorov-Smirnov, seguido por ANOVA a dois critérios por medidas repetidas e pós-teste de Tukey (p<0,05). Espectroscopia infravermelho por transformada de Fourier (FT-IR) e espectroscopia Raman (FT-Raman) foram realizadas para análise qualitativa das ligações formadas. O grupo tratado com solução alcalina elevou o módulo de elasticidade (ME), apresentando queda após 7 dias e estabilização após 14. O grupo em solução ácida aumentou o ME após biomodificação, porém não se mostrou estável ao longo dos 14 dias. Sendo capaz também de elevar a massa após biomodificação e 14 dias de armazenamento. Os gráficos de FT-IR e FT-Raman demonstraram que todos as soluções apresentaram interação com o colágeno em algum nível.
Concluimos que o pH da solução influencia diretamente na ação do extrato da semente da uva, sendo encontrados resultados satisfatórios em soluções alcalinas.
(Apoio: CNPq  N° 425446/2018-2  |  CAPES)
PN1400 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 18

Caracterização e análise química de dentina de cárie relacionada à radiação - um estudo piloto
Nascimento BL, Soares P, Souza EM
0000-0002-9511-8946 - PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse estudo foi caracterizar quimicamente a estrutura da dentina afetada por cárie relacionada à radiação (CRR) comparativamente à dentina afetada por radiação (DR) e à dentina sadia (DS). Três dentes extraídos com cárie de radiação foram preparados a partir de áreas afetadas pela CRR e áreas sem cárie, mas afetadas pela radiação. Como controle, foram usados três dentes hígidos. Os dentes foram seccionados, desidratados e fixados para obtenção dos espécimes (n=3), que foram analisados em microscópio eletrônico de varredura (MEV), espectroscópio por energia dispersiva (EDS) e espectroscópio infravermelho com transformada de Fourrier (FTIR). Foi observado no MEV maior desorganização mineral nas amostras CRR e estrutura mais homogênea em DS. A análise química em EDS que mostrou uma menor quantidade de carbono (C) em DS quando comparada à DR e à CRR. As medidas detectadas de Ca P foram maiores em DS (22,8 e 11,9) do que em DR (11,3 e 5,6) e CRR (8,4 e 4,1). No FTIR, o espectro correspondente à apatita apresentou maior intensidade em DS, seguido por DR e CRR.
Foi concluído que a estrutura da dentina proveniente da cárie relacionada à radiação e da dentina irradiada apresentaram menor quantidade de apatita, redução de Ca e P e desorganização mineral quando comparada à dentina sadia.
(Apoio: CAPES  N° 88887.303769/2018-00)
PN1401 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 18

Influência de dois biomateriais poliméricos sobre a eficácia estética e citotoxicidade de géis clareadores
Voss BM, Dias MF, Zuta UO, Leite MLAS, Ribeiro RAO, Hebling J, de-Souza-Costa CA
Prótese e Materiais Odontológicos - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a influência da aplicação sobre esmalte, de um scaffold nanofibrilar (SN) e um primer polimérico catalisador (PPC) contendo 10 mg/mL da enzima peroxidase hêmica (HRP), sobre a eficácia estética (EE) e citotoxicidade trans-amelodentinária (CT) de géis clareadores. Para isso, os seguintes grupos foram estabelecidos: G1- nenhum tratamento (controle negativo); G2- 35% H2O2 (controle positivo); G3- 20%H2O2; G4- 10%H2O2; G5- SN/PPC+35%H2O2; G6- SN/PPC+20%H2O2; G7- SN/PPC+10%H2O2. Discos de esmalte/dentina, manchados em laboratório e recobertos ou não com SN/PPC, foram tratados com os géis por 45 min. e submetidos a análise da eficácia estética (EE). Para avaliação da CT, discos foram acoplados a câmaras pulpares artificiais (CPAs) e os extratos (meio de cultura contendo os componentes dos géis que se difundiram pelo esmalte/dentina) foram coletados e aplicados por 1h sobre células MDPC-23. Então, após analisar a viabilidade (V), estresse oxidativo (EOx) e morfologia (MEV) celular, a quantificação de H2O2 difundido (DP) foi realizada (ANOVA/Tukey; p<0,05). Maior EE ocorreu em G5 quando comparado a G2 (p<0,05), sendo que os grupos G2, G6 e G7 não diferiram entre si (p>0,05). G7 apresentou maior V celular, bem como menor EOx e DP em comparação aos demais grupos experimentais (p<0,05).
Conclui-se que a utilização conjunta dos biomateriais (SN/PPC) previamente à aplicação do gel clareador com 10% de H2O2, mantém a eficácia estética do clareamento convencional de consultório (G2) e minimiza os efeitos citotóxicos deste tipo de terapia.
(Apoio: FAPESP  N° 2020/08950-1)
PN1403 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 19

Resistência à fratura de coroas em dissilicato de lítio cimentadas sobre pinos de fibra de vidro e PEEK personalizados por CAD/CAM
Petrauskas A, Silva MBQ, Gorio VLB, Souza EM, Rached RN
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Na odontologia atual, alternativas para núcleos metálicos fundidos têm sido consideradas, buscando diminuir fraturas radiculares. Isso resultou na utilização de pinos estéticos e com módulo de elasticidade mais próximo ao da dentina, sendo avaliados como substitutos aos núcleos metálicos fundidos. Esse trabalho testou a resistência à fratura de dentes restaurados com coroas em dissilicato de lítio e pinos estéticos personalizados por usinagem (CAD-CAM) ou reembasados com resina composta. Vinte e quadro pré-molares tiveram a porção coronária preparada com férula remanescente de 1mm e foram divididos em 3 grupos segundo tipo de pino. Os pinos testados foram: pino de fibra de vidro (FvC) e PEKK (PeC) personalizados por CAD/CAM e pino de fibra de vidro pré-fabricado anatômico (FvA). As coroas foram fabricadas em dissilicato de lítio CAD/CAM. Os pinos e coroas foram cimentados com cimento autoadesivo (U200). Após termociclagem (3k ciclos) e fadiga (250k ciclos), o conjunto foi submetido ao teste de fratura sob compressão. As médias (N) e desvio-padrão observados foram: FvC = 1043,65 (310,1); PeC = 1106,99 (199); FvA = 802,69 (475,3). Os resultados não demonstraram diferença estatisticamente significante (p<0,05).
Com as limitações, concluiu-se que os tipos de pinos não interferem na resistência à fratura dos dentes restaurados como coroas de dissilicato de lítio.
PN1404 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 19

Avaliação da reprodutibilidade e estabilidade de cor de resina composta monocromática: estudo comparativo in vitro
Bezerra ALCA, Lins CVL, Monteiro GQM, Silva CHV, Espíndola-Castro LF
Faculdade de Odontologia - UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo in vitro foi avaliar a estabilidade e reprodutibilidade de cor de uma resina monocromática (Vittra Unique / FGM) comparada com uma resina convencional do mesmo fabricante (Opallis / FGM). Foram realizados preparos nas superfícies vestibulares dos dentes 18 e 28 de um manequim odontológico e posteriormente restaurados com as resinas Opallis (cor A3E, FGM - 18) e Vittra Unique (cor única, FGM - 28). Para avaliação da reprodutibilidade, os dentes tiveram as cores avaliadas com auxílio de um aparelho VITA Easy shade, antes e após os procedimentos restauradores (por três vezes em cada momento), obtendo uma média variação (∆E) entre os tempos. Para avaliar a estabilidade de cor, os espécimes restaurados foram imersos em café e água (controle) durante 7 dias e em seguida foi calculado ∆E a partir das mensurações obtidas com o espectrofotômetro digital. Nas avaliações de estabilidade de cor das amostras imersas em café, não foram observadas diferenças estatisticamente significantes entre os dois materiais testados (p=0,769 e p=0,108, respectivamente), ao se comparar ∆E1dia e ∆E7dias. Na reprodutibilidade de cor, o ∆E foi maior para a resina Unique (14,29 pontos), quando comparado com a resina Opallis (8,09 pontos), tendo a resina Opallis com melhores propriedades de reprodutibilidade (p< 0,001).
As resinas compostas testadas sofreram alterações de cor similares após imersão ao café e observou-se que a resina Vittra Unique conseguiu reproduzir a cor do substrato dental, entretanto, não com o mesmo êxito da resina convencional Opallis.
PN1405 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 19

Efeito de um biovidro experimental na perda de superfície dentinária
Pereira LGS, Viana IEL, Marchi J, Sipert CR, Feitosa SA, Marques MM, Scaramucci T
Dentistica - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O estudo visa verificar os efeitos de um biovidro experimental na perda de superfície dentinária, frente a desafios erosivos e abrasivos. Foram utilizados fragmentos de dentina (4 × 4 mm; n=12) e avaliados em perfilômetro óptico em 3 tempos: 1. Pós-EDTA (5 min); 2. Pós-tratamento [C: Controle negativo (escovação com água destilada); BV: Biovidro (pasta com 0,05 g biovidro); CXT: ClinProT XT Varnish (aplicação de uma camada)]; 3. Pós-Ciclagem [5 dias de ciclagem erosiva/abrasiva (ácido cítrico 0.3% - 5 min; saliva humana clarificada - 60 min; 4×/dia; Escovação 15 s - 2×/dia)]. Os dados foram submetidos aos testes de Kruskal-Wallis, Friedman e Dunn (α=0,05). Pós-EDTA, não houve diferença significativa de perda de superfície (PS) entres os grupos (p=0,898). Após a aplicação dos tratamentos, C e BV não diferiram significativamente (p=0,099), apresentando menor PS do que CXT (p<0,05), que apresentou perfil positivo, indicando a presença de uma camada. Pós-ciclagem, C e BV não diferiram significativamente (p=0,09), com PS maiores do que CXT (p<0.05). Para C e BV não houve diferença significativa entre os tempos pós-EDTA e pós-tratamento (p=1; p=0,124), com menor PS pós-ciclagem (p<0.05). Para CXT, não houve diferença significativa entre os tempos pós-tratamento e pós-ciclagem (p>0,05), com maior PS do que pós-EDTA (p<0.001).
O biovidro experimental não foi capaz de proteger a superfície dentinária dos desafios erosivos e abrasivos.
(Apoio: CAPES  N° 88887.473434/2020-00  |  FAPs - Fapesp  N° #2019/00549-9)
PN1406 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 19

Avaliação da resistência de união em dentina pré-tratada por diferentes polifenóis de origem natural
Lourenço GA, Mota ALM, Lemos MVS, Santiago SL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi avaliar o efeito biomodificador em dentina por diferentes polifenóis sobre a união quando utilizadas como pré-tratamento entre ácido elágico (AE), hesperidina (HPN), apigenina (APG) e curcumina (CM), nas concentrações de 20µM, 200µM e 2mM. Utilizou-se extrato da semente da uva a 6,5% (ESU) e água destilada, como controles positivo e negativo, respectivamente. Superfícies planas de dentina (n=60) foram condicionadas com ácido fosfórico a 37% por 15 segundos, lavadas abundantemente e tratadas com 10µL da solução, de acordo com cada grupo experimental, por 60 segundos. A superfície foi seca com papel absorvente. Aplicando o adesivo Adper Single Bond 2, um platô de resina de aproximadamente 5 mm de altura foi construído. Após 24 horas, os dentes foram seccionados a fim de se obter barras de 1mm² de área para o teste de microtração. A resistência de união (RU) foi avaliada após 24 horas e 6 meses de armazenamento. Os dados foram submetidos a ANOVA a dois fatores e Tukey (α=0,05). Avaliando-se os valores de RU testados após 24 horas de armazenamento, os grupos CM e HPN foram superiores ao controle negativo (p<0,001). Após 6 meses de armazenamento, somente os grupos AE, HPN e ESU apresentaram resultados superiores ao controle negativo (p<0,001). Quando comparados os diferentes períodos dentro de um mesmo grupo, pode-se observar que somente os grupos pré-tratados com AE e ESU foram efetivos em preservar a resistência de união após 6 meses.
Conclui-se que o AE se mostrou efetivo em preservar a união, sendo esse um potencial agente biomodificador de colágeno.
(Apoio: CNPq  N° 425446/2018-2   |  CAPES)