RESUMOS APROVADOS

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 2918 Resumo encontrados. Mostrando de 1541 a 1550


PN1449 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 22

Formação de Fendas em Restaurações de Resina Composta Antes e Após Envelhecimento
Barbosa MP, Silva EM, Rabello TB
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a influência de 3 fatores: sistema adesivo, resina composta e ciclagem termomecânica, na formação de fendas marginais em restaurações de resina composta. Cavidades cilíndricas foram preparadas nas superfícies vestibulares de 30 incisivos bovinos e divididas aleatoriamente em 6 grupos (n = 5) gerados pela associação entre sistema adesivo, convencional (Adper Single Bond 2 [SB2]) e autocondicionante (Single Bond Universal [SBU]); resinas compostas, nanoparticulada (FiltekTM Z350 [Z350]), microhíbrida (FiltekTM P60 [P60]) e bulk-fill (Bulk 3MTM FiltekTM One [ONE]). O percentual de fendas marginais (%FM) foi avaliado com microscópio confocal de varredura a laser antes e após ciclagem termomecânica. Além disso, a tensão de contração (TC) foi calculada. Os dados foram analisados ​​por ANOVA e testes de Scheffé, Bonferroni, Fisher LSD, Tukey HSD, Tukey's B, Newman-Keuls (α = 0,05). Sistema adesivo, resina composta e ciclagem termomecânica afetaram %FM (p <0,05). Para os sistemas adesivos, SBU apresentou %FM superior ao obtido com SB2. Em relação às resinas compostas, P60 apresentou o maior valor de %FM, seguido por ONE (p <0,05) e Z350 (p <0,05). Após a realização da ciclagem termomecânica, houve um aumento do %FM (p <0,05). P60 exibiu o maior TC entre as resinas compostas (p <0,05).
Foi possível concluir que todos os fatores estudados - sistema adesivo, resina composta e ciclagem termomecânica - tiveram influência significativa sobre %FM, mas em geral o envelhecimento dos espécimes produziu efeito deletério em relação ao %FM.
PN1450 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 22

Avaliação antimicrobiana de nanocomposto de poliamida 6 e nanopartículas de trimetafosfato de sódio com nanopartícula prata
Morais LA, Souza Neto FN, Hosida TY, Barbosa DB, Frollini E, Campana Filho SP, Camargo ER, Delbem ACB
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi avaliar o efeito antimicrobiano da membrana de poliamida 6 eletrofiada contendo trimetafosfato de sódio (TMP) e nanopartículas de prata (AgNP) contra Streptococcus mutans e Candida albicans. As cepas de C. albicans e S. mutans foram reativadas em meio caldo por 48 h a 37 °C. Em seguida, três membranas de cada grupo de P6, P6 + 2,5% TMP, P6 + 5% TMP e P6 +10% TMP com e sem AgNP foram suspensas em microtubulos de 2 mL, contendo 200 μL de suspensões celular de S.mutans e C.albicans, por 1, 2, 4, 6, 12, 18 e 24 h. Após cada período, as membranas foram removidas e ressuspendidas em 1 mL de NaCl. Logo após, as membranas foram removidas para diluição da suspensão em progressão geométrica. As diluições foram plaqueadas em CHROMagar Candida, para contagem de C. albicans, e em ágar BHI suplementado com anfotericina B, para contagem do S. mutans. As placas de ágar foram incubadas por 24-48 h a 37 ºC, e o número de unidade formadora de colônias (UFC) foram expressos em log10 UFC/cm². O ensaio foi realizado em triplicata e em três ocasiões diferentes. Os dados foram analisados por ANOVA, seguido do teste de Student-Newman-Keuls (p<0,05). Os grupos P6 + 2,5%TMP e P6 + 5%TMP com AgNP apresentam maior redução de UFC para S. mutans quando comparado aos demais grupos (p<0,001), com maior redução no tempo de 18 horas. Para C.albicans todos os grupos apresentaram redução na UFC quando comparado ao grupo controle (sem membrana), sem diferença estatística entre os mesmo.
Conclui-se que o nanocomposto de poliamida 6 com AgNP apresenta atividade antimicrobiana contra o biobilme misto avaliado.
(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2018/16041-1; 2017/17993-3; 2016/17577-7)
PN1451 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 22

Adesivos Universais: efeito do solvente e aplicação de camada extra de resina fluida na resistência de união ao esmalte
Chrispim B, Soares JPB, Perdigão J, Lopes GC
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi comparar o efeito de diferentes solventes em adesivos universais (AUs) e a aplicação de uma camada extra de resina fluida na resistência de união (RU) ao esmalte após armazenamento. Foram selecionadas 224 coroas de incisivos bovinos e distribuídas em 3 AU com diferentes solventes (n = 32): (1) AU à base de etanol (ADU, AdheSE Universal); (2) AU à base de isopropanol (PBU, Prime&Bond Universal); e, (3) AU à base de acetona (OPT, OptiBond Universal). Os grupos foram subdivididos e foi aplicada uma camada extra de resina fluida sem solvente (HEL, Heliobond). HEL foi usado como controle. Os espécimes foram armazenados em água por 24 horas (24H) e 6 meses (6M). A análise estatística incluiu ANOVA de duas vias ('método de aplicação' e 'armazenamento') e teste post-hoc de Tukey HSD (α = 95%). As falhas foram classificadas após observação com lupa de 3.3x. As médias de RU ao esmalte variaram de 3,6 (± 2,2) MPa (HEL/6M) à 24,7 (± 7,1) MPa (ADU/HEL/6M). ANOVA apresentou diferenças estatísticas para 'método de aplicação' (p≤0,001), e não observou diferenças estatísticas para 'armazenamento' (p> 0,05). Todos os AUs resultaram em média de RU ao esmalte semelhante com ou sem aplicação da camada extra de HEL após 6 meses de armazenamento. Todos os AUs resultaram em média de RU superior ao HEL (grupo controle). Para todos os grupos, a maioria das falhas foi adesiva, com exceção de PBU/HEL/6M que apresentou a maioria de falhas mistas.
Conclui-se que todos os AUs resultaram em RU ao esmalte maior do que a resina fluida (sem solvente) independentemente do solvente em sua composição.
PN1452 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 22

Influência de tratamentos térmicos pós-cura nas propriedades ópticas e mecânicas de resinas acrílicas quimicamente ativadas
Malcher LBMG, Régis MA, Pedrosa MS, Vardasca IS, Medeiros IS
Biomateriais e Biologia Oral - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a influência dos tratamentos térmicos pós-cura (TT) à 70, 100 e 130⁰C sobre as propriedades ópticas e mecânicas de duas marcas de resina acrílica quimicamente ativada: Dencôr (Clássico, Brasil) e Duralay (Reliance, EUA). Corpos de prova (12 mm x 1 mm) foram confeccionados (n = 40) e submetidos ao TT à 70, 100 e 130 ⁰C por 10 minutos. O grupo Controle (sem TT) foi mantido à temperatura ambiente (24 ° C) pelo mesmo tempo. Medidas de cor foram obtidas imediatamente após cura e após o TT. A diferença de cor (ΔE00), razão de contraste (RC) e parâmetro de translucidez (PT00) foram avaliados. Após 24 horas, ensaios de KHN (50 kgf por 15 s) e RFB (1,5 mm / min) foram realizados. Os dados foram analisados por ANOVA de dois fatores e teste de Tukey (α = 5%). Com exceção do TT à 70 °C para a Dencôr, os valores de ΔE00 foram estatisticamente superiores nos grupos com TT para as duas resinas (p < 0,05). A Duralay apresentou maiores valores de ΔE00 que a Dencôr (p < 0,05). Para Dencôr, o TT à 70 e 100 °C reduziu a RC (p < 0,05). O TT à 130°C aumentou a RC na Duralay (p < 0,05). Todos os TT aumentaram PT00 na Dencôr (p < 0,05). O TT à 100 e 130°C diminuiu a PT00 para Duralay (p < 0,05). A Duralay apresentou menores KHN que a Dencôr (p < 0,05). Para as duas resinas, o TT à 130 ⁰C produziu aumento nos valores de KHN (p < 0,05). O TT não teve efeito sobre a RBF (p > 0,05).
Os tratamentos térmicos pós-cura influenciaram nas propriedades ópticas das resinas acrílicas investigadas. A RFB não foi alterada pelo TT. O TT à 130 ⁰C aumentou significativamente a dureza dos materiais.
PN1453 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 22

Análises mecânicas de cerâmicas odontológicas reforçadas por dissilicato de lítio
Tavares LN, Ferraz DC, Reis IAR, Neves FD, Raposo LHA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo comparou 4 cerâmicas reforçadas por dissilicato de lítio (LiSi2) para CAD/CAM, analisando a resistência a flexão biaxial das mesmas e a resistência de união ao microcisalhamento de um cimento resinoso autoadesivo aos materiais: G1- e.max; G2- Rosetta; G3- T-líthium; G4- IRIS. Foi realizado teste de flexão biaxial (piston on three balls) (n=10) e o teste de microcisalhamento (n=10). Os valores resistência à flexão biaxial foram analisados por ANOVA 1-way e os resultados de microcisalhamento por ANOVA 2-way, ambos seguidos por teste de Tukey (α=0,05). Os resultados obtidos para resistência à flexão biaxial (MPa) foram: G1: 367,6±57,6; G2: 366,6±47,4; G3: 335,5±64,8; G4 299,7±50,6, sendo que G4 apresentou os menores valores. Em relação a resistência de união, observou-se em T0 (imediato): G1: 10,5±2,1; G2: 10,3±1,2; G3: 10,8±2,3; G4: 10,4±2,3; e em T1 (30 dias): G1: 10,8±1,9; G2: 9,7±2,3; G3: 10,9±2,5; G4: 10,0±3,6, não havendo diferença significativa. Baseado nos resultados das análises realizadas, foi verificado que a cerâmica IRIS apresentou os menores valores de resistência a flexão biaxial dentre os materiais cerâmicos avaliados (P=0,024). Em relação a resistência de união do cimento resinoso autoadesivo às cerâmicas avaliadas, não houve diferenças significativas entre os materiais (P=1,0) e tempos de armazenamento analisados (P=1,0).
Existem diferenças mecânicas entre as cerâmicas reforçadas por LiSi2 para CAD/CAM disponíveis no mercado, entretanto a adesão das mesmas a um cimento resinoso autoadesivo não diferiu em tempos distintos.
(Apoio: CNPq  N° 431127/2018-2)
PN1454 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 22

Toxicidade de monômeros funcionais e influência destes na liberação de citocinas inflamatórias por células da polpa dental humana
Esposo GMN, Agostinelli BG, Andia DC, Lima AF
Ciencias da Saude - UNIVERSIDADE PAULISTA - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Objetivo: avaliar a toxicidade de monômeros funcionais e sua influência na liberação de citocinas inflamatórias por células da polpa dental humana (CPDH). Métodos: CPDH foram isoladas de terceiros molares humanos. Os monômeros 10-metacriloiloxidecil dihidrogenofosfato (10-MDP) e glicero-fosfato dimetacrilato (GPDM) foram diluídos em dimetilsulfóxido (DMSO) obtendo-se diferentes concentrações (1, 1,25, 1,5, 2,5, 2,75, 3 ou 4mM). CPDH foram semeados em placas de 24 poços e incubadas por 48h. As células foram expostas por 24h às concentrações dos monômeros diluídos em meio de cultura. Após isso, a viabilidade celular, o tipo de morte celular e liberação e citocinas foram avaliados. Os dados foram analisados pela Análise de Variância a um critério. Resultados: Os monômeros não foram comparados entre si. Significativa redução da viabilidade foi verificado com 3mM de 10-MDP (50%), enquanto que 4mM GPDM causou discreta redução (20%). A liberação de mediadores foi influenciada pelos dois monômeros com aumento ou redução da liberação dependendo da citocina avaliada. Conclusões: o aumento na concentração dos monômeros 10-MDP e GPDM no meio influenciou a viabilidade celular. 10-MDP apresentou toxicidade mais exacerbada que GPDM, com redução significativa da viabilidade. Notou-se leve aumento da morte celular em concentrações mais altas (3mM para MDP, 4mM para GPDM), sendo esta por apoptose, sem aumento significativo de morte por necrose. Os monômeros influenciaram a liberação de citocinas inflamatórias pelas CPDHs, sendo esta influência material dependente.
Conclusões: o aumento na concentração dos monômeros 10-MDP e GPDM no meio influenciou a viabilidade celular. 10-MDP apresentou toxicidade mais exacerbada que GPDM, com redução significativa da viabilidade. Notou-se leve aumento da morte celular em concentrações mais altas (3mM para MDP, 4mM para GPDM), sendo esta por apoptose, sem aumento significativo de morte por necrose. Os monômeros influenciaram a liberação de citocinas inflamatórias pelas CPDHs, sendo esta influência material dependente.
(Apoio: CAPES)
PN1455 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 22

Interface de união entre resina composta e PMMA usinados por CAD/CAM - comportamento mecânico e influência do tratamento de superfície
Sabatini GP, Philippi AG, Ruiz R, Mezzomo LAM
Odontologia - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar a resistência de união da resina composta com polimetilmetacrilato (PMMA) usinado por CAD/CAM submetida a diferentes tratamentos de superfície. Os espécimes (n=45) foram usinados a partir de um bloco de PMMA CAD/CAM, e polidos em politriz metalográfica. A rugosidade de superfície foi padronizada entre 0,12 e 0,16 μm. Os espécimes foram submetidos a um banho ultrassônico (10 min), secos com papel absorvente e divididos em 3 grupos com diferentes tratamentos de superfície: J - jateamento de óxido de alumínio; JP - jateamento com óxido de alumínio com posterior aplicação de primer; P - aplicação de primer. Após o tratamento, um cilindro acrílico foi posicionado sobre a superfície de união e um incremento de resina composta fluida foi inserido e fotopolimerizado (40s). A resistência ao cisalhamento foi testada com guilhotina em uma máquina de teste universal. Quando o cilindro de resina composta se soltava, o valor da força (N) registrado na máquina foi anotado, assim como o tipo de falha ocorrido. Os dados foram analisados usando os testes de Kolmogorov-Smirnov e Kruskal-Wallis. Resultados mais altos de força de cisalhamento foram obtidos em corpos de prova com condicionamento de superfície com abrasão a ar com óxido de alumínio e primer. Foram observadas falhas exclusivamente adesivas entre todos as superfícies dos grupos.
O uso de abrasão a ar não é suficiente para obter uma boa adesão entre o bloco polimérico usinado por CAD/CAM e resina composta fluida, sendo necessário o uso de primer adicional para haver uma melhor adesão entre os materiais.
PN1457 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 22

Influência da adição de óxido de manganês na eficácia estética e citotoxicidade de géis clareadores de consultório
Ribeiro RAO, Duque CCO, Zuta UO, Leite MLAS, Soares DG, Hebling J, de-Souza-Costa CA
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia estética e a citotoxicidade de um gel clareador com 35% de H2O2 contendo óxido de manganês (MnO), de acordo com o tempo de aplicação. Para isso, 10 mg de MnO foi adicionado ou não ao gel clareador, o qual foi aplicado por 15, 30 ou 45 min sobre discos de esmalte/dentina adaptados em câmaras pulpares artificiais, estabelecendo os seguintes grupos (n=8): G1: nenhum tratamento (controle negativo); G2: 35%H2O2/45min (controle positivo); G3: 35%H2O2/30min; G4: 35%H2O2/15min; G5: 35%H2O2+MnO/45min; G6: 35%H2O2+MnO/30min; G7: 35%H2O2+MnO/15min. Após os tratamentos, os extratos (meio de cultura + componentes do gel clareador difundidos pelos discos) foram coletados e aplicados sobre células odontoblastóides MDPC-23, as quais foram avaliadas quanto a viabilidade celular (VC) e estresse oxidativo (EOx). A quantidade de H2O2 difundido e a alteração de cor (∆E00 e ∆WI) dos discos também foi determinado (ANOVA Two-Way/Tukey; nível de significância de 5%). Reduzida VC ocorreu em todos os grupos clareados em comparação a G1 (p<0,05). Entretanto, este efeito adverso e o EOx celular foi menos intenso em G5, G6 e G7, onde houve menor difusão de H2O2. Apesar de G5 ter apresentado a melhor eficácia estética, em G7 esta propriedade clareadora foi semelhante a G2 (p>0,05).
Concluiu-se que a aplicação do gel com 35% de H2O2 contendo MnO aplicado por 15 min, além de resultar na mesma eficácia estética do clareamento convencional de consultório, reduz a citotoxicidade deste tipo de terapia profissional.
(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2018/14457-6)
PN1458 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 22

O uso de resina composta regular pré-aquecida reduz a contração e tensão de polimerização para cimentação de laminados?
Liberato WF, Silikas N, Watts DC, Cavalcante LM, Schneider LFJ
Ppgo - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo objetivou determinar o efeito do tipo de material empregado para cimentação de laminados sobre o grau de contração e tensão de polimerização. Foram considerados cimentos resinosos do tipo veneer (AllCem e RelyX), resinas flow (Sigma Flow e Grandioso Flow) e resinas de consistências regulares (Admira Fusion, Gradia, Grandioso, Palfique, Sirius Z, Viscalor e Z100) à temperatura ambiente ou pré-aquecidas por 3 min à 69C por meio do dispositivo de aquecimento rápido (Viscalor). Todos materiais foram fotoativados por 40s à 1200 mW/cm2 e monitorados por 60 min. A caracterização da contração de polimerização foi realizada pelo método do disco unido (n=3) e a tensão de polimerização por meio de transdutor de força modelo Bioman (n=3). Foram considerados os valores totais e as taxas de contração e de tensão. Os dados foram submetidos para análises de variância e teste de Tukey (95%). Os resultados obtidos demonstram que os cimentos veneer e as resinas flow promoveram maior contração e tensão de polimerização do que os compósitos regulares. O aumento da temperatura não alterou o padrão de contração de polimerização (máximo e taxa) de compósitos regulares, mas elevou os de tensão. Apesar disto, os valores permaneceram inferiores àqueles das resinas flow e dos cimentos veneer.
Considerando os materiais avaliados, pode-se concluir que os compósitos regulares geram menor contração e tensão de polimerização do que as resinas flow e os cimentos veneer.
(Apoio: CAPES  N° 88881.361583/2019-01 )
PN1459 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 22

Impacto dos protocolos de remoção de resíduos do cimento endodôntico sobre a interface de adesão com sistemas adesivos Universal
Souza V, Lima RO, Manzoli TM, Zaniboni JF, Kuga MC, Dantas AAR, Bravo GR
Odontologia Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi avaliar a efetividade na remoção de resíduos do cimento endodôntico (Sealer Plus) com o etanol a 95% (ET), xilol (XI), acetato de amila (AA) ou ação mecânica (PC) e o impacto sobre a resistência de união dos sistemas adesivos Scotchbond Universal (SU) ou Ambar Universal (AU) na dentina. Quarenta fragmentos de dentina foram impregnados com cimento endodôntico e removidos com os protocolos (n=10): (ET), (AA), (XI) e (PC). Dez espécimes não receberam tratamento (NC). A avaliação da persistência de resíduos foi realizada em MEV (500x). Cem espécimes foram obtidos da dentina da face vestibular da coroa dental e 80 foram impregnados e submetidos aos mesmos protocolos (n=20, cada protocolo). Em cada protocolo, os espécimes foram divididos em 2 subgrupos (n=10), de acordo com o sistema adesivo utilizado (SU ou AU) para fixar corpos de prova de resina composta. Em seguida, os espécimes foram submetidos ao teste de microcisalhamento. Os dados de persistência de resíduos foram analisados pelo teste de Kruskal Wallis e Dunn e os de resistência de união por ANOVA two-way (α=0.05).
O protocolo de remoção de resíduos contendo o xilol ou acetato de amila são mais eficientes que o etanol a 95% para a remoção de resíduos do cimento à base de resina epóxi da superfície dentinária, mas os valores de resistência de união proporcionados pelos sistemas adesivos (SU ou AU) são similares entre si.