RESUMOS APROVADOS

Veja o Cronograma de Apresentação Completo


Modalidade:
Área:
Autores:
Palavra-Chave:


 1402 Resumo encontrados. Mostrando de 241 a 250


PN0240 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 22

Desempenho de métodos tradicionais na detecção de lesões de cárie ao redor de restaurações em molares decíduos
Alves LA, Silva RRC, Campos PH, Guaré RO, Novaes TF, Lussi A, Diniz MB
UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi comparar o desempenho in vitro de dois métodos tradicionais para a detecção de lesões de cárie ao redor de restaurações em resina composta em molares decíduos. Foram selecionados 86 dentes extraídos com restaurações oclusais em resina composta, cujas margens variavam desde intactas até cavitadas. Três examinadores avaliaram independentemente os dentes com o critério visual ICDAS-CARS (International Caries Detection and Assessment System-Caries Around Restorations and Sealants) e pelo exame radiográfico interproximal (RX), duas vezes, com intervalo de uma semana entre cada exame. Após as avaliações, os dentes foram avaliados histologicamente de acordo com a extensão da lesão de cárie. Os valores de Kappa ponderado para reprodutibilidade intra- e inter-examinador variaram de 0,413 (RX) a 0,799 (ICDAS-CARS). Nos limiares de diagnóstico D1 (lesões em esmalte e dentina) e D3 (lesões em dentina) ICDAS-CARS apresentou maiores valores de sensibilidade, acurácia e área sob a curva ROC quando comparado ao RX (p<0,05). Os valores de especificidade foram estatisticamente semelhantes entre ICDAS-CARS e RX (p>0,05). O coeficiente de correlação de Spearman entre os métodos e a análise histológica foi 0,606 (ICDAS-CARS) e 0,356 (RX) (p<0,0001).
Pôde-se concluir que o critério visual ICDAS-CARS apresentou melhor desempenho na detecção de lesões de cárie ao redor de restaurações oclusais em resina composta em molares decíduos comparado ao RX.
PN0242 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 22

Impacto da cárie dentária na primeira infância na qualidade de vida de pré-escolares
Tavares MC, Carrada CF, Drummond AMA, Corrêa NMO, Mattos FF, Moura RNV, Ribeiro RA, Paiva SM
Saúde Bucal da Criança e do Adolescente - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar o impacto da cárie na primeira infância na qualidade de vida relacionada à saúde bucal (QVRSB) de crianças do Vale do Jequitinhonha, Brasil. Este estudo transversal de base populacional avaliou 418 crianças de um a seis anos, matriculadas em seis Centros Municipais de Educação Infantil e suas mães/cuidadoras. Foi realizado exame intrabucal nas crianças para avaliar a experiência de cárie dentária (ceo-d). As mães responderam a um questionário com informações sociodemográficas e a versão brasileira do Early Childhood Oral Health Impact Scale (B-ECOHIS), para avaliar a percepção quanto ao impacto da cárie na primeira infância na QVRSB dos seus filhos. A análise dos dados incluiu o teste Qui-quadrado e regressão de Poisson, sendo estatisticamente significativos os achados com p≤0,05. A maioria das crianças possuía de 3 a 4 anos de idade (43,6%) e as meninas representavam 50,0% da amostra. Entre as mães, 51,7% estudaram menos de 9 anos. Mais da metade das crianças (61,8%) vivia em famílias abaixo da linha da pobreza. As mães de crianças com cárie na primeira infância apresentaram uma prevalência 1,17 vezes maior de terem uma percepção negativa com relação à QVRSB de seus filhos comparadas as mães de crianças sem cárie na primeira infância (RP=1,17; 95% IC: 1,09-1,38).
Mães de crianças com cárie na primeira infância tiveram uma percepção negativa sobre o impacto da cárie dentária na qualidade de vida de seus filhos.
PN0243 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 22

Associação da qualidade de vida relacionada à saúde bucal com a longevidade das restaurações ART em crianças
Silva AF, Huamani JRS, Gomes GF, Silva TLBM, Sousa KG, Barbosa TS
Pós Graduação - UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo objetivou avaliar a associação da qualidade de vida relacionada a saúde bucal (QVRSB) com a longevidade das restaurações ART (atraumatic restorative treatment) após 18 meses. A amostra consistiu de 62 crianças, de seis e sete anos de idade, ambos os sexos, sendo 31 submetidas a 4 semanas de estratégia educativa em saúde bucal (EESB) seguida do ART (GEESB+ART) e as demais somente ao ART (GART). Para avaliar a QVRSB foi utilizada a versão brasileira curta, com 16 itens, do Child Perceptions Questionnaire (16-CPQ8-10), e a percepção de mudança na saúde bucal por uma questão única. A longevidade das restaurações foi verificada utilizando-se os critérios de avaliação de restaurações ART e do tratamento. Após 18 meses, o GEESB+ART relatou maior impacto na QVRSB, principalmente no domínio de sintomas orais (p<0,05). Neste período, maior comprometimento dos sintomas orais foi reportado nas crianças com restaurações com falhas e com tratamento considerado com falha menor (p<0,05). Na análise inter-grupos, o GEESB+ART, com 2 a 4 restaurações, Classe I, de tamanho pequeno, localizadas no arco superior e com falha menor, relatou mais sintomas orais do que o GART.
A longo prazo, sintomas orais foram mais reportados por crianças submetidas a EESB seguida do ART. Ainda, fatores como número, classe, tamanho e localização das restaurações precisam ser considerados para implementação de um programa eficiente e efetivo em saúde bucal, bem como para maior longevidade das restaurações ART.
PN0244 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 22

Resultados clínicos de procedimentos endodônticos regenerativos em dentes jovens, comparando sessão única e sessões múltiplas
Macedo PAS, Pereira AC, Prado MC, Frozoni M, Vargas Neto J, Santos ECA, Cerqueira-Neto ACCL, Soares AJ
Odontologia - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo comparou os desfechos clínicos de dentes permanentes jovens necrosados submetidos à terapia endodôntica regenerativa, tratados em uma ou múltiplas sessões. Foram incluídos 20 dentes permanentes jovens com necrose pulpar, divididos em 2 grupos. Os dentes foram submetidos ao protocolo de irrigação com hipoclorito de sódio 6% e clorexidina 2%, antes da indução do coágulo sanguíneo. Para o grupo de sessões múltiplas (n = 11), o hidróxido de cálcio foi usado por um período de 21 dias antes da indução do coágulo. No grupo de sessão única (n = 9), o coágulo foi induzido na primeira sessão. Os pacientes foram acompanhados por 24 meses e avaliados quanto aos sinais e sintomas clínicos, retorno à sensibilidade pulpar e posição da barreira cervical. Variáveis categóricas foram avaliadas com teste G e teste exato de Fisher, e variáveis contínuas com teste de Mann-Whitney. A significância estatística foi de 5%. Um dente apresentou persistência da infecção. Nenhuma diferença foi observada na posição da barreira cervical (p> 0,05), e entre os grupos em relação aos sinais e sintomas e ao retorno à sensibilidade (p = 0,4789).
A realização do protocolo de terapia endodôntica regenerativa em dentes jovens necrosados, em sessão única e sessões múltiplas apresentaram desfechos clínicos semelhantes.
(Apoio: CAPES  N° 001)
PN0247 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 22

Parâmetros fotoantropométricos faciais em indivíduos com osteogênese imperfeita
Lopes LLA, Marçal FF, Ribeiro EM, Chaves Júnior CM, Silva SM, Costa FWG, Fonteles CSR, Ribeiro TR
Pós Graduação Stricto Sensu - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Osteogênese imperfeita (OI) é um conjunto de síndromes com mutações para falhas no colágeno tipo I com repercussões qualitativas e quantitativas da estrutura óssea, como alterações morfológicas craniofaciais. Este estudo objetivou avaliar parâmetros fotoantropométricos faciais em pacientes com OI. Foram selecionados 20 brasileiros com diagnóstico de OI atendidos no Serviço de Extensão a Menores Necessitando de Tratamento Especializado do Curso de Odontologia da Universidade Federal do Ceará (Fortaleza, Brasil), ambos os sexos, qualquer idade e capazes de entender e assinar o termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE), e 38 brasileiros não-sindrômicos, ASA I, capazes de entender e assinar o TCLE e pareados por sexo, idade e perfil facial de Burstone. Utilizou-se como critérios de exclusão dos grupos: tratamento ortodôntico finalizado ou iniciado, trauma e/ou cirurgia em região craniofacial e presença de qualquer outra doença sistêmica. Realizou-se a análise fotoantropométrica dos 18 parâmetros faciais de STENGEL-RUTKOWSKI et al. (1984), previamente estabelecida na literatura para síndromes. Um único examinador realizou todas as medidas efetivas e angulares virtualmente pelo CorelDRAWX7. Orelhas encurtadas horizontalmente em relação a altura auricular (p<0,001), mais longas em relação à face (p=0,003) e narizes mais inclinados para baixo (p=0,020) mostraram-se como alterações relacionadas ao grupo de indivíduos com OI.
Em conclusão, os pacientes portadores de OI possuem parâmetros fotoantropométricos característicos dessa condição.
PN0248 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 22

Correlação entre Fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-1) e Indicadores de Maturação Esquelética
Carelli J, Mattos CFP, Morais ND, Brancher JA, Kuchler EC, Topolski F, Correr GM, Moro A
Odontologia - UNIVERSIDADE POSITIVO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Alguns estudos têm sugerido que níveis de IGF-1 podem substituir as técnicas radiográficas para determinar a maturação esquelética. Portanto, o objetivo desse estudo foi avaliar a correlação entre os indicadores de maturação esquelética e o IGF-1. A amostra do estudo foi composta por 37 indivíduos de ambos os sexos com idade variando de 10 a 16 anos. Os pacientes selecionados realizaram uma avaliação clínica, exames radiográficos e a coleta de amostras de sangue. Para a avaliação da radiografia carpal, o método utilizado foi o descrito por Fishmann (1982). Para a análise das vértebras cervicais foi empregado o método de McNamara Jr. e Franchi (2018). As amostras de sangue foram coletadas na mesma semana em que os exames radiográficos foram realizados. Para quantificar os níveis de IGF-1 foi utilizado um anticorpo específico. A normalidade dos dados foi testada pelo teste de Shapiro-Wilk e o teste Pearson foi utilizado para determinar a correlação entre as variáveis (alfa de 5%). Uma forte correlação foi observada entre os estágios das vértebras cervicais e os da radiografia carpal (r=0,793, p<0,0001 para mulheres; e r=0,753, p<0,0001 para homens). O IGF-1 apresentou correlação moderada com os indicadores de maturação esquelética da radiografia carpal (r=0,528; p=0.009) e com os estágios das vértebras cervicais (r=0,533; p=0,0008).
Conclui-se que os estágios de maturação esquelética da radiografia carpal e das vértebras cervicais apresentaram uma forte correlação entre si. Porém, os níveis de IGF-1 apresentaram uma correlação moderada com ambos os métodos.
PN0249 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 22

Defeitos de esmalte e fatores associados em uma amostra de escolares da rede publica e privada na cidade de Boa Vista - Roraima
Gonella S, Tonial FG, Carreira RPS, Piovesan C, Moreira KMS, Imparato JCP, Duarte DA
FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Os defeitos de desenvolvimento de esmalte são anormalidades dentárias frequentes em crianças e adolescentes e, reconhecer sua origem é um grande desafio científico, visto a complexidade de fatores possivelmente associados. Portanto, avaliamos a prevalência de defeitos de esmalte em incisivos e primeiros molares permanentes, de crianças de 8 a 9 anos de idade, além de analisar se há uma associação com o sexo, doenças ou alterações na infância e indicadores socioeconômicos. Para isso, foram coletados dados de uma amostra de 493 escolares da rede pública e privada da cidade de Boa Vista, Roraima. Os participantes foram examinados nas escolas, em ambientes claros, com auxílio de lanterna, espátulas de madeira, gaze, roletes de algodão, espelhos clínicos e sonda milimetrada OMS. Na avaliação da presença de defeitos de esmalte, foi utilizado o índice de defeitos de desenvolvimento de esmalte (DDE). Após a coleta dos dados, foi realizada uma análise descritiva das variáveis envolvidas no estudo. Para avaliação da associação de variáveis independentes com a prevalência de defeitos de esmalte, foram realizadas análises de Poisson. A prevalência de defeitos no esmalte foi de 37,6%. Observou-se associação dos defeitos com cor da pele, renda familiar, escolaridade dos pais, tipo de escola e alterações físicas na infância. Não houve associação com o sexo.
Conclui-se que há uma complexidade de fatores possivelmente associados aos defeitos de esmalte. Assim, são necessárias futuras pesquisas para elucidar a origem destes defeitos e assim, buscar minimizá-los.
PN0251 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 23

Padrão de referência de tábuas ósseas de dentes superiores: estudo de mapeamento tomográfico
Negrisoli S, Labegalini LD, Chilvarquer I, Ximenez MEL, Maltagliati LA, Patel MP, Matias M, Nahás ACR
Otorrinolaringologia Pediátrica - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O conhecimento das espessuras das tábuas ósseas alveolares é importante para o planejamento e sucesso do tratamento ortodôntico, em ênfase nos artigos atuais da literatura científica, porém com limitações na resolução das imagens e restritos por avaliarem número pequeno de dentes ou apenas a face vestibular. Este trabalho propôs um padrão de referência de tábuas ósseas mais abrangente incluindo na análise os incisivos centrais, incisivos laterais, caninos, 1° e 2° pré-molares superiores, por meio de Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico (TCFC) de 15 pacientes com oclusão equilibrada e perfil facial harmônico (15-35 anos). Os tecidos ósseos (TOs) dos terços cervical, médio e apical da raiz (vestibular e palatino), a distância da JCE à crista óssea alveolar (COA) e a inclinação dentária com o plano palatino (dente.PP) foram avaliados. Test t pareado, Correlação de Spearman e regressão linear foram aplicados (P<0,05). A distância entre a JCE à COA vestibular é maior que a palatina em todos os pares de dentes (dentes homólogos). Na face vestibular, os TOs apresentaram, na sua maioria, ≤ 1mm de espessura óssea e na palatina, um aumento no sentido cervico-apical foi observado, com TO ≥ 2 mm. Arquitetura óssea vestibular reduzida ao redor dos 1° pré-molares, sendo um indicativo de recessões gengivais nessa região. Resultados não uniformes, ao comparar os TOs entre os sexos, sugerindo avaliação individual.
Referências de normalidades de TO são fornecidas para auxiliar no diagnóstico e plano de tratamento, evidenciando os limites dos movimentos dentários ortodônticos.
PN0254 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 23

Simulação numérica da distribuição de tensões e deformações na face na fase inicial da intrusão do primeiro molar superior com miniplaca
Pereira CC, Mercuri EGF, Almeida FR, Araujo MTS, Bolognese AM
Odontopediatria e Ortodontia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Historicamente, recursos de ancoragem eficazes apresentavam duas variáveis importantes: permitiam alguma movimentação da unidade de ancoragem e dependiam da colaboração do paciente. O advento da ancoragem esquelética na Ortodontia permitiu aplicação de cargas em direções que não eram possíveis anteriormente sem a necessidade de colaboração do paciente. Ademais com a ancoragem esquelética, as cirurgias ortognáticas deixaram de ser a única opção de tratamento em muitos casos, como por exemplo nos excessos verticais de maxila e em deformidades transversas. O objetivo do presente estudo foi avaliar a distribuição das tensões e deformações na face, durante o movimento de intrusão do primeiro molar superior com miniplaca instalada no processo zigomático da maxila, por meio da criação de modelo 3D de elementos finitos tridimensionais tetraédricos com funções de interpolação quadráticas, submetidos à 4 diferentes carregamentos: 50cN, 100cN, 150cN e 200cN.
Constatou-se que houve distribuição das tensões bem como deslocamento no primeiro molar, em toda a maxila (osso medular e cortical), osso zigomático e suturas frontomaxilar e frontozigomática, sendo o primeiro molar e o osso alveolar com maior tendência ao deslocamento, evidenciando que a energia resultante dos carregamentos é dissipada por toda face no início da movimentação.
PN0255 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 23

Maxillary labial frenum in preschool children: variations, anomalies, and associated factors
Amorim LM, Alves NM, Coelho EMRB, Mantelli AR, Feldens CA, Kramer PF
Odontologia - UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

The aim was to investigate the prevalence of morphological and attachment variations of maxillary labial frenum (MLF) and associated factors in preschool children. A cross-sectional study was conducted with 1.313 children aged between zero and five years attending public nurseries in the city of Canoas, Brazil. Data were collected through a questionnaire addressing demographic, socioeconomic, and behavioral characteristics and clinical examination of the MLF. Assessments of MLF morphology and attachment were based on the classification systems proposed by Sewerin and Mirko, respectively. Unadjusted and adjusted prevalence ratios of frenal abnormalities were estimated in robust Poisson regression analysis. The most prevalent patterns were simple MLF (63.8%) and gingival attachment (51.1%). Morphological abnormalities were found in 21.6% of the preschoolers and 25.4% exhibited abnormal frenal attachment. Abnormalities in MLF morphology were more prevalent among girls (p=0.003) and a significant reduction was found with the increase in age (p<0.001). Attachment abnormalities were significantly more prevalent among girls (p<0.001), white ethnic group (p = 0.005), and children who used a pacifier (p = 0.007) and also reduced significantly with the increase in age (p < 0.001).
In conclusion, demographic and behavioral characteristics were associated with MLF morphology and attachment. The reduction in the prevalence of the outcomes with the increase in age suggests that surgical interventions in the first years of life may constitute overtreatment.
(Apoio: CAPES  N° 88887.479638/2020-00)